segunda-feira, 25 de maio de 2015

Texto "Diferença do trabalho na atualidade e antigamente"

Diferença do trabalho na atualidade e antigamente:

O trabalho antigamente era desprovido de leis que garantiam proteção ao trabalhador, muitas vezes sendo o empregado desvalorizado e explorado. A divisão do trabalho se dava a partir do sexo, as mulheres ficavam em casa cuidando da casa, dos filhos e do marido sendo submissa a ele, e o homem trabalhava fora de casa pagava as contas sendo o chefe.
Eram trabalhadores que executavam todas as tarefas à produção de determinado produto. Por exemplo: um artesão que fabricasse um móveis, ele próprio fazia um móvel por completo do começo ao fim. Desta forma ele usava suas diferentes habilidades, fosse marceneiro, moldador, cortador, desenhista, o que fazia do trabalho uma atividade prazeirosa e menos estressante. Mas o modo capitalista de produção “percebeu” que separar os trabalhadores em atividades permitia uma aceleração da produção o que resultou no surgimento das funções: cortador, moldador, soldador.
Para Marx, ao fragmentar as atividades de trabalho, promoveu-se, ao mesmo tempo a fragmentação do ser humano no ambiente de trabalho, fazendo do trabalho uma atividade estressante e reduz o humano a tarefas repetitivas.
Nos dias de hoje achamos natural essa divisão de trabalho. Mas imagine uma empresa onde as pessoas não fossem condenadas a executar as mesmas coisas, muitas vezes até de modo auxiliar a sistemas. Imagine uma empresa onde as pessoas pudessem realizar tarefas não só como profissionais, mas como seres humanos também.
Getulio Vargas e leis criadas por ele:
Realizações importantes em seu mandato Criou a Justiça do Trabalho em 1939; - Criou e implantou vários direitos trabalhistas, entre eles, o salário mínimo, Consolidação das Leis do Trabalho, semana de trabalho de 48 horas, Carteira profissional e férias remuneradas. - Vargas fez fortes investimentos nas áreas de infraestrutura: criação da Companhia Siderúrgica Nacional, Companhia Vale do Rio Doce e Hidrelétrica do Vale do São Francisco . - Em 1938, criou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. - Após um golpe militar, Vargas deixou o governo em 1945. - Criou a campanha do "Petróleo é Nosso", para impedir que empresas estrangeiras pudessem explorar o petróleo em terras brasileiras. Esta campanha resultou, posteriormente, na criação da Petrobrás.
A crise do governo Vargas e o suicídio - Em 1954, o clima político no Brasil era tenso e conflituoso. Havia fortes críticas por parte da imprensa ao governo de Vargas. Os militares também estavam descontentes com medidas consideradas “de esquerda” tomadas por Vargas. A população também estava muito descontente, pois a situação econômica do país era ruim. -Existia, portanto, grande pressão para que ele renunciasse. Porém, em agosto de 1954, Vargas suicidou-se no Palácio do Catete com um tiro no peito.
Trabalho na atualidade:
Nos últimos sessenta anos, convivemos no país, com várias formas de produção. Temos os trabalhadores indígenas, os trabalhadores de agropecuária, os empregados em industrias, os trabalhadores nos setores de serviços, os administrativos, as crianças que trabalham em muitas das atividades descritas e os trabalhadores submetidos a escravidão por divida.
O processo de urbanização criou uma situação completamente nova no Brasil, a tal ponto que, nem a agropecuária e nem a industria são hoje os setores que mais empregam. O perfil do trabalho no Brasil mudou, e com isso, as oportunidades de trabalho também.
Trabalho na antiguidade:
Na idade média o trabalho tem uma estreita vinculação com a religiosidade e sua organização vincula-se fortemente às diretrizes da igreja. É sabido que a igreja tinha forte influência na manutenção da estratificação social. A concepção predominante é de que o trabalho exige sacrifício e desprendimento e que a docilidade para enfrentar as dificuldades físicas e materiais enobrece o espírito.
Assim, o trabalho é procurado como penitência para os pecados da carne. Deveria proporcionar cansaço para o corpo e distração para o espírito, afastando-o de tentações demoníacas.
Na idade média, a ênfase do trabalho recai na expiação dos pecados e no combate à fraqueza da carne, prestando-se à manutenção da estratificação social. 
A sociedade medieval, marcada pelas diferenças sociais, mantinha um modo de produção característico da divisão entre senhores e servos.
Trabalho na idade média:
A idade média se organiza segundo o modelo de produção feudal. Nesse modelo as relações sociais caracterizam-se por rígida hierarquia entre os senhores, proprietários das terras, e os servos, aqueles que as cultivavam. A esses últimos cabia, em troca do trabalho, apenas a parte da produção necessária à subsistência familiar. Os servos deviam obediência aos senhores, mas, diferentemente dos escravos, possuíam direito à vida e proteção dos senhores em caso de guerra. À igreja, detentora do saber competia à manutenção dos princípios de obediência que regulavam essas relações (GONÇALVES; WISE, 1997, p. 22).
A vida nos mosteiros sugeria uma rígida disciplina de orações e introspecção. Parece ter surgido aí, segundo Carmo (1997) a obrigatoriedade moral do trabalho, independente da sua necessidade material, para ocupação da mente, de vez que a desocupação é inimiga da alma. Assim, os monges dedicavam algumas horas dos seus dias aos ofícios manuais.
Nas sociedades medievais, o ócio (ótium) aparece como um termo associado ao não trabalho, ao estar desocupado ou livre de uma obrigação. Neste sentido, estar ocupado significa negar o ócio, daí o termo negócio - nec-otium - conhecido até os dias do hoje.
Com a reforma protestante, o trabalho aparece como a base e a chave da vida. "Há uma ênfase de que a fé deve ser reforçada pelo trabalho" (CARMO, 1992, p. 27).
Neste sentido, passa a ser exaltado o esforço pessoal e a dedicação ao trabalho, estimulando-se a poupança ou investimento do capital excedente obtido, condenando-se o desfrute de bens. Na idade média o trabalho servia para expiar os pecados da carne.
Trabalho na escravidão:
O trabalho no Brasil começou a ser explorado desde a descoberta do território brasileiro por Pedro Alvares Cabral. Os colonizadores impuseram aos índios suas formas e costumes, obrigando eles a trabalhar e se subordinar aos próprios. Os nativos pouco tempo, os negros africanos que vinham escravizados do seu continente de origem.
Esse mercado era conhecido como “O mercado de gente” quase tratava da compra e venda de pessoas para o trabalho forçado nos engenhos e grandes fazendas para o território brasileiro, havendo uma mão de obra farta. Isso acorreu por mais de 300 anos em nossa nação, sendo uma pratica de trabalho cruenta e condenável.





Turma 32M, Laura, Bruna, Julia, Rafaela, Fernanda

7 comentários:

  1. Essas fontes de informação estão me ajudando muito com o meu trabalho de sociologia , mais ainda tenho minhas dúvidas em favor de um relatório de pesquisa.

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  2. 🍞☕⌛⌛💚☕💚⚡☁⚡😍😍🙊😊↔😊😊↔💛🙊⌛⌛🌊⭐⚡☁⚡☕🌁⚡🌁⭐💜🙊

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