Diferença
do trabalho na atualidade e antigamente:
O trabalho antigamente era desprovido de leis
que garantiam proteção ao trabalhador, muitas vezes sendo o empregado
desvalorizado e explorado. A divisão do trabalho se dava a partir do sexo, as
mulheres ficavam em casa cuidando da casa, dos filhos e do marido sendo
submissa a ele, e o homem trabalhava fora de casa pagava as contas sendo o
chefe.
Eram trabalhadores que executavam todas as
tarefas à produção de determinado produto. Por exemplo: um artesão que
fabricasse um móveis, ele próprio fazia um móvel por completo do começo ao fim.
Desta forma ele usava suas diferentes habilidades, fosse marceneiro, moldador,
cortador, desenhista, o que fazia do trabalho uma atividade prazeirosa e menos
estressante. Mas o modo capitalista de produção “percebeu” que separar os
trabalhadores em atividades permitia uma aceleração da produção o que resultou
no surgimento das funções: cortador, moldador, soldador.
Para Marx, ao fragmentar as atividades de
trabalho, promoveu-se, ao mesmo tempo a fragmentação do ser humano no ambiente
de trabalho, fazendo do trabalho uma atividade estressante e reduz o humano a
tarefas repetitivas.
Nos dias de hoje achamos natural essa divisão
de trabalho. Mas imagine uma empresa onde as pessoas não fossem condenadas a
executar as mesmas coisas, muitas vezes até de modo auxiliar a sistemas.
Imagine uma empresa onde as pessoas pudessem realizar tarefas não só como
profissionais, mas como seres humanos também.
Getulio Vargas e leis criadas por ele:
Realizações importantes em seu mandato Criou
a Justiça do Trabalho em 1939; - Criou e implantou vários direitos
trabalhistas, entre eles, o salário mínimo, Consolidação das Leis do Trabalho,
semana de trabalho de 48 horas, Carteira profissional e férias remuneradas. -
Vargas fez fortes investimentos nas áreas de infraestrutura: criação da
Companhia Siderúrgica Nacional, Companhia Vale do Rio Doce e Hidrelétrica do
Vale do São Francisco . - Em 1938, criou o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística. - Após um golpe militar, Vargas deixou o governo em 1945. - Criou
a campanha do "Petróleo é Nosso", para impedir que empresas
estrangeiras pudessem explorar o petróleo em terras brasileiras. Esta campanha
resultou, posteriormente, na criação da Petrobrás.
A crise do governo Vargas e o suicídio - Em
1954, o clima político no Brasil era tenso e conflituoso. Havia fortes críticas
por parte da imprensa ao governo de Vargas. Os militares também estavam
descontentes com medidas consideradas “de esquerda” tomadas por Vargas. A
população também estava muito descontente, pois a situação econômica do país
era ruim. -Existia, portanto, grande pressão para que ele renunciasse. Porém,
em agosto de 1954, Vargas suicidou-se no Palácio do Catete com um tiro no
peito.
Trabalho na atualidade:
Nos últimos sessenta anos, convivemos no
país, com várias formas de produção. Temos os trabalhadores indígenas, os
trabalhadores de agropecuária, os empregados em industrias, os trabalhadores
nos setores de serviços, os administrativos, as crianças que trabalham em
muitas das atividades descritas e os trabalhadores submetidos a escravidão por
divida.
O processo de urbanização criou uma situação
completamente nova no Brasil, a tal ponto que, nem a agropecuária e nem a
industria são hoje os setores que mais empregam. O perfil do trabalho no Brasil
mudou, e com isso, as oportunidades de trabalho também.
Trabalho na antiguidade:
Na idade média o trabalho tem uma estreita vinculação com
a religiosidade e sua organização vincula-se fortemente às diretrizes da
igreja. É sabido que a igreja tinha forte influência na manutenção da
estratificação social. A concepção predominante é de que o trabalho exige
sacrifício e desprendimento e que a docilidade para enfrentar as dificuldades
físicas e materiais enobrece o espírito.
Assim, o trabalho é procurado como penitência para os
pecados da carne. Deveria proporcionar cansaço para o corpo e distração para o
espírito, afastando-o de tentações demoníacas.
Na idade média, a ênfase do trabalho recai na expiação dos
pecados e no combate à fraqueza da carne, prestando-se à manutenção da
estratificação social.
A sociedade medieval, marcada pelas diferenças sociais, mantinha um modo de produção característico da divisão entre senhores e servos.
A sociedade medieval, marcada pelas diferenças sociais, mantinha um modo de produção característico da divisão entre senhores e servos.
Trabalho na idade média:
A idade média se organiza segundo o modelo de produção
feudal. Nesse modelo as relações sociais caracterizam-se por rígida hierarquia
entre os senhores, proprietários das terras, e os servos, aqueles que as
cultivavam. A esses últimos cabia, em troca do trabalho, apenas a parte da
produção necessária à subsistência familiar. Os servos deviam obediência aos
senhores, mas, diferentemente dos escravos, possuíam direito à vida e proteção
dos senhores em caso de guerra. À igreja, detentora do saber competia à
manutenção dos princípios de obediência que regulavam essas relações
(GONÇALVES; WISE, 1997, p. 22).
A vida nos mosteiros sugeria uma rígida disciplina de
orações e introspecção. Parece ter surgido aí, segundo Carmo (1997) a
obrigatoriedade moral do trabalho, independente da sua necessidade material,
para ocupação da mente, de vez que a desocupação é inimiga da alma. Assim, os
monges dedicavam algumas horas dos seus dias aos ofícios manuais.
Nas sociedades medievais, o ócio (ótium) aparece como um
termo associado ao não trabalho, ao estar desocupado ou livre de uma obrigação.
Neste sentido, estar ocupado significa negar o ócio, daí o termo negócio -
nec-otium - conhecido até os dias do hoje.
Com a reforma protestante, o trabalho aparece como a base
e a chave da vida. "Há uma ênfase de que a fé deve ser reforçada pelo
trabalho" (CARMO, 1992, p. 27).
Neste sentido, passa a ser exaltado o esforço pessoal e a
dedicação ao trabalho, estimulando-se a poupança ou investimento do capital
excedente obtido, condenando-se o desfrute de bens. Na idade média o trabalho
servia para expiar os pecados da carne.
Trabalho na escravidão:
O trabalho no Brasil começou a ser explorado desde a
descoberta do território brasileiro por Pedro Alvares Cabral. Os colonizadores
impuseram aos índios suas formas e costumes, obrigando eles a trabalhar e se
subordinar aos próprios. Os nativos pouco tempo, os negros africanos que vinham
escravizados do seu continente de origem.
Esse mercado era conhecido como “O mercado de gente”
quase tratava da compra e venda de pessoas para o trabalho forçado nos engenhos
e grandes fazendas para o território brasileiro, havendo uma mão de obra farta.
Isso acorreu por mais de 300 anos em nossa nação, sendo uma pratica de trabalho
cruenta e condenável.
Turma 32M, Laura, Bruna, Julia, Rafaela, Fernanda
.....................
ResponderExcluir;-;
ResponderExcluirqueria sobre a advocasia
ResponderExcluirEssas fontes de informação estão me ajudando muito com o meu trabalho de sociologia , mais ainda tenho minhas dúvidas em favor de um relatório de pesquisa.
ResponderExcluireu tmb unkunou
ResponderExcluircomplicado seu la
ResponderExcluir🍞☕⌛⌛💚☕💚⚡☁⚡😍😍🙊😊↔😊😊↔💛🙊⌛⌛🌊⭐⚡☁⚡☕🌁⚡🌁⭐💜🙊
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