Trabalho
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O inicio
No passado, o homem
trabalhava para produzir o que consumia, seja em roupas, alimentos ou moradia.
Ao constituir as primeiras sociedades, ou povos, o trabalho era recompensado
por mercadorias (escambo), como uma espécie de troca. Até então, era possível
obter um trabalho através de uma simples conversa, sem exigir qualquer tipo de
documentação ou comprovação de experiência anterior.
·
Trabalho escravo
Com a introdução na pirâmide social, aos menos
favorecidos, foram atribuído trabalho sem remuneração e em geral sequer em
contra partida, moradia e alimentação para sua subsistência. Predominavam os
deveres do trabalhador, sem direito algum, ou seja, trabalho escravo. A
escravidão começou no Brasil no século XVI. Os colonos portugueses começaram
escravizando os índios, porém a oposição dos religiosos dificultou esta
prática. Os colonos partiram para suas colônias na África e trouxeram os negros
para trabalharem nos engenhos de açúcar da região Nordeste. Entre
os séculos XVI e XVII, os engenhos de cana-de-açúcar se constituíram como
principal atividade econômica no período colonial, contudo muitos escravos
trabalhavam como estivadores,
barqueiros, vendedores, aprendizes, mestres em artesanato e serviços
domésticos. Os escravos
também trabalharam nas minas de ouro, a partir da segunda metade do século
XVIII. Tanto nos engenhos quanto nas minas, os escravos executavam as
tarefas mais duras, difíceis e perigosas. Muitos
escravos lutaram contra esta situação injusta e desumana. Ocorreram revoltas em
muitas fazendas. Muitos escravos também fugiram e formaram quilombos, onde
podiam viver de acordo com sua cultura. A
escravidão só acabou no Brasil no ano de 1888, após a decretação da Lei Áurea.
O período de escravidão no Brasil é considerado um dos momentos de
maior crueldade histórica. Cenas de punições e torturas eram muito
frequentes no cotidiano do Brasil colônia, época em que os
negros eram considerados mercadorias rentáveis e de raça inferior.
Getúlio
Vargas
- Getúlio Dornelles Vargas foi
um grande presidente que ajudou muito nas leis trabalhistas, (19/4/1882 -
24/8/1954) foi o do Brasil durante dois mandatos.: 1930 a 1945 e de 1951 a
1954.
- Entre 1937 e 1945 instalou a fase de ditadura, o chamado Estado Novo.
- Vargas assumiu o poder em 1930, após liderar a Revolução de 1930
- Governo marcado pelo nacionalismo e populismo.
- Fechou o Congresso Nacional no ano de 1937 e instalou o Estado Novo, governando de forma controladora e centralizadora.
- Criou o Departamento de Imprensa e Propaganda para censurar e controlar manifestações contra opostas ao seu governo.
- Perseguiu opositores políticos, principalmente, partidários e simpatizantes do socialismo.
- Entre 1937 e 1945 instalou a fase de ditadura, o chamado Estado Novo.
- Vargas assumiu o poder em 1930, após liderar a Revolução de 1930
- Governo marcado pelo nacionalismo e populismo.
- Fechou o Congresso Nacional no ano de 1937 e instalou o Estado Novo, governando de forma controladora e centralizadora.
- Criou o Departamento de Imprensa e Propaganda para censurar e controlar manifestações contra opostas ao seu governo.
- Perseguiu opositores políticos, principalmente, partidários e simpatizantes do socialismo.
Realizações importantes de seu governo:
- Criou a Justiça do Trabalho em 1939
- Criou e implantou vários direitos trabalhistas, entre eles, o salário mínimo, Consolidação das Leis do Trabalho, semana de trabalho de 48 horas, Carteira profissional e férias remuneradas.
- Criou a Justiça do Trabalho em 1939
- Criou e implantou vários direitos trabalhistas, entre eles, o salário mínimo, Consolidação das Leis do Trabalho, semana de trabalho de 48 horas, Carteira profissional e férias remuneradas.
Mulheres
Começou de fato com as I e II Guerras Mundiais (1914 – 1918 e 1939 – 1945, respectivamente), quando os homens iam para as frentes de batalha e as mulheres passavam a assumir os negócios da família e a posição dos homens no mercado de trabalho.
Começou de fato com as I e II Guerras Mundiais (1914 – 1918 e 1939 – 1945, respectivamente), quando os homens iam para as frentes de batalha e as mulheres passavam a assumir os negócios da família e a posição dos homens no mercado de trabalho.
Mas a guerra acabou. E com ela a vida de muitos homens que lutaram pelo
país. Alguns dos que sobreviveram ao conflito foram mutilados e
impossibilitados de voltar ao trabalho. Foi nesse momento que as mulheres
sentiram-se na obrigação de deixar a casa e os filhos para levar adiante os
projetos e o trabalho que eram realizados pelos seus maridos.
No século XIX, com a consolidação do sistema capitalista inúmera
mudanças ocorreram na produção e na organização do trabalho feminino. Com o
desenvolvimento tecnológico e o intenso crescimento da maquinaria, boa parte da
mão-de-obra feminina foi transferida para as fábricas.
Desde então, algumas leis passaram a beneficiar as mulheres. Ficou
estabelecido na Constituição de 32 que “sem distinção de sexo, a todo trabalho
de igual valor correspondente salário igual; veda-se o trabalho feminino das 22
horas às 5 da manhã; é proibido o trabalho da mulher grávida durante o período
de quatro semanas antes do parto e quatro semanas depois; é proibido despedir
mulher grávida pelo simples fato da gravidez”.
Mesmo com essa conquista, algumas formas de exploração perduraram
durante muito tempo. Jornadas entre 14 e 18 horas e diferenças salariais
acentuadas eram comuns. A justificativa desse ato estava centrada no fato de o
homem trabalhar e sustentar a mulher. Desse modo, não havia necessidade de a mulher
ganhar um salário equivalente ou superior ao do homem.
Gustavo Lobo e Leonardo –
31MP
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