TRABALHO E SUA
HISTÓRIA DE MISCIGENAÇÃO
ESCRAVIDÃO
Como analisaremos no presente texto, existiam diferentes formas de
trabalho escravo no Brasil.
Entre os séculos XVI e XVII, os engenhos de cana-de-açúcar se
constituíram como principal atividade econômica no período colonial, contudo
muitos escravos trabalhavam (principalmente no Rio de Janeiro, Pernambuco e em
outras cidades litorâneas) como estivadores, barqueiros, vendedores,
aprendizes, mestres em artesanato e serviços domésticos.
A partir dos séculos XVIII e XIX, com a ascensão da mineração em
Minas Gerais e Goiás, milhares de escravos foram trabalhar nas minas e demais
atividades (como a agropecuária) que movimentavam a economia nas regiões
auríferas. Outras formas de trabalho escravo foram: a criação de gado no
nordeste brasileiro; os trabalhos desempenhados no tropeirismo (conhecidos como
tropeiros, exerciam atividades comerciais de uma região à outra); e o trabalho
de zelar e tratar dos animais carregadores de mercadorias.
Nas cidades, as formas de trabalho
escravo variavam bastante. Existiam os escravos prestadores de serviço, isto é,
os escravos de ganho, carpinteiros, barbeiros, sapateiros, alfaiates,
ferreiros, marceneiros, entre outros.
IMIGRAÇÃO
Podemos
considerar o início da imigração no Brasil a data de 1530, pois a partir deste
momento os portugueses vieram para o nosso país para dar início ao plantio de
cana-de-açúcar. Porém, a imigração intensificou-se a partir de 1818, com a
chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, que vieram para cá durante a
regência de D. João VI. Devido ao enorme tamanho do território brasileiro e ao
desenvolvimento das plantações de café, a imigração teve uma grande importância
para o desenvolvimento do país, no século XIX.
Em
busca de oportunidades na terra nova, para cá vieram os suíços, que chegaram em
1819 e se instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram
logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São
Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque), os eslavos,
originários da Ucrânia e Polônia, habitando o Paraná, os turcos e os árabes,
que se concentraram na Amazônia, os italianos de Veneza, Gênova, Calábria, e
Lombardia, que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre
outros. O maior número de imigrantes no Brasil são os portugueses, que vieram
em grande número desde o período da Independência do Brasil.
Após
a abolição da escravatura (1888), o governo brasileiro incentivou a entrada de
imigrantes europeus em nosso território. Com a necessidade de mão-de-obra
qualificada, para substituir os escravos, milhares de italianos e alemães
chegaram para trabalhar nas fazendas de café do interior de São Paulo, nas
indústrias e na zona rural do sul do país. No ano de 1908, começou a
imigração japonesa com a chegada ao Brasil do navio KasatoMaru, trazendo do
Japão 165 famílias de imigrantes japoneses. Estes também buscavam os empregos
nas fazendas de café do oeste paulista.
Todos
estes povos vieram e se fixaram no território brasileiro com os mais variados
ramos de negócio, como por exemplo, o ramo cafeeiro, as atividades artesanais,
a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura,
etc.
Atualmente,
observamos um novo grupo imigrando para o Brasil: os coreanos.
ERA VARGAS
-
Getúlio Dornelles Vargas foi o do Brasil durante dois mandatos.: - Vargas
assumiu o poder em 1930, após liderar a Revolução de 1930
-
Governo marcado pelo nacionalismo e populismo. - Perseguiu opositores
políticos, principalmente, partidários e simpatizantes do socialismo.
-
Criou a Justiça do Trabalho em 1939;
-
Criou e implantou vários direitos trabalhistas, entre eles, o salário mínimo,
Consolidação das Leis do Trabalho, semana de trabalho de 48 horas, Carteira
profissional e férias remuneradas.
-
Vargas fez fortes investimentos nas áreas de infraestrutura: criação da
Companhia Siderúrgica Nacional, Companhia Vale do Rio Doce e Hidrelétrica do
Vale do São Francisco .
- Após um golpe militar, Vargas
deixou o governo em 1945.
-
Vargas foi eleito presidente da República em 1950, através das vias
democráticas, ou seja, pelo voto popular.
-
Criou a campanha do "Petróleo é Nosso", para impedir que empresas
estrangeiras pudessem explorar o petróleo em terras brasileiras. Esta campanha
resultou, posteriormente, na criação da Petrobrás.
-
Em 1954, o clima político no Brasil era tenso e conflituoso. Havia fortes
críticas por parte da imprensa ao governo de Vargas. A população também estava
muito descontente, pois a situação econômica do país era ruim. Porém, em
agosto de 1954, Vargas suicidou-se no Palácio do Catete com um tiro no
peito.
ATUALIDADE DO TRABALHO
O mercado de trabalho brasileiro teve
um desempenho surpreendente no ano passado, sobretudo diante do fraco crescimento
da economia, mas o país não vive uma situação de pleno emprego e nem um
“apagão” de mão de obra qualificada. Estas são as principais conclusões do
estudo divulgado nesta segunda-feira pelo presidente do Instituto de Pesquisa
Econômica e Aplicada (Ipea) e ministro interino da Secretaria de Assuntos
Estratégicos, Marcelo Neri, e pelo coordenador de Pesquisas de Trabalho de
Renda do Ipea, Gabriel Ulyssea.
- O mercado de trabalho em 2012 teve um
desempenho surpreendente à luz do que aconteceu com a economia. Houve um
crescimento de 6,5% da renda por pessoa em idade ativa no ano passado, muito
acima do PIB e uma estabilização da desigualdade. E os dados também mostram que
o grande apagão de mão de obra se dá nas ocupações pouco qualificadas, como por
exemplo, agricultura, construção, civil, trabalho doméstico, então o grande
apagão de mão de obra está na base da pirâmide educacional - afirmou Marcelo
Neri.
Em 2012, os trabalhadores de salários
mais altos tiveram ganhos ligeiramente mais altos, o que fez com que a
desigualdade parasse de cair naquele ano.
- Os dados do IBGE não mostram que há
escassez de obra qualificada. É possível que existam indústrias ou ocupações
pontuais que tenham sofrido falta de especialistas ou técnicos em algumas
áreas, mas de maneira geral no mercado de trabalho há uma expansão de oferta de
trabalhadores qualificados, com ensino superior incompleto ou completo queda de
diferenciais de salários desses profissionais no mercado. Os pesquisadores
também discordaram da ideia de que país estaria em pleno emprego, porque apesar
da taxa de desemprego estar atingindo os menores percentuais da história, a
participação também está muito baixa, ou seja, há uma grande parcela de pessoas
em idade ativa que opta por não trabalhar, sobretudo entre as mulheres e
jovens.
- Os números não permitem falar de
pleno emprego, os números até 2012. Agora talvez os salários estejam
aumentando, o que talvez seja um sinal de pleno emprego, mas os números não
corroboram a ideia de apagão de mão de obra qualificada e nem de pleno emprego
Nomes: Gabriel Z,
Jeferson e Leandro
Turma: 34M
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