Os
limites da liberdade
Antes de falarmos sobre liberdade temos que entender o
quê ela significa. Segundo o dicionário, liberdade é poder exercer livremente
sua vontade. Porém, sabemos que a sociedade tem regras e normas a serem
seguidas, além do bom senso na hora de realizar nossas ações, sem invadir a
liberdade do outro. Lembrando que a nossa liberdade começa onde termina a do
outro. Mas onde a nossa começa?
Nossa liberdade começa a partir dos direitos civis, que
são garantias e privilégios que o governo dá aos cidadãos, o que engloba a
liberdade individual, tais como: a liberdade de ir e vir, liberdade de palavra,
pensamento e fé, liberdade de expressão...
A constituição da república federativa do Brasil tem como
objetivo assegurar os direitos e deveres da população, com a presença de leis
que garantem a liberdade e igualdade a todos. Entretanto, na prática não
funciona como o previsto. Pessoas mais influentes, com mais dinheiro ou poder,
tendem a ter mais vantagens sobre os mais pobres e, no século XXI ainda existe
preconceito racial e sexual, que garantem menor liberdade aos mesmos.
Quando falamos em liberdade, é importante citar a
democracia, que abrange as condições sociais, econômicas e culturais que
permitem o exercício livre e igual da autodeterminação política, ou seja, o
direito do povo escolher seus representantes.
Para alguns filósofos como Descartes, age com mais
liberdade quem melhor compreende as alternativas que precedem a escolha, isto
é, quem for mais sábio em suas escolhas, colherá melhores frutos no futuro,
tendo como consequência maior liberdade.
Levando em conta os tópicos acima, concluímos que a
liberdade provém de nossas atitudes e que não somos totalmente livres, mas que
dependendo a maneira que agimos, teremos uma grande fração da mesma.
Amanda Marcante, Gabriel
Bettinelli e Thífany Piffer Turma 22m
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