sexta-feira, 29 de maio de 2015

Texto "Limites da liberdade na sociedade"

Limites da liberdade na sociedade

Até aonde vai a nossa liberdade?  Será que realmente somos livres como pensamos? Essas são algumas das dúvidas que surgem em nossa mente ao pensarmos em liberdade. Será que todos nos pensamos da mesma maneira? Por incrível que pareça não, pois somos diferentes e pensamos diferente também. Essa é uma maneira de expressar que todos nos temos sim a liberdade.
            Muitas pessoas põem em dúvida a liberdade, alguns acham que não existe, mas outros acham que por acreditar que ela existe podem fazer o que quiserem. Não é bem assim, vivemos em uma sociedade composta por indivíduos de varias origens, vários sotaques, vários costumes aonde somos submetidos a respeitar o espaço e o limite dos outros.
               A liberdade de expressão não é um direito absoluto, dizem alguns. Sim, não é. Em nome dela não é possível admitir a propagação de violências, ódio racial e obscenidades para menores. Entretanto, uma sociedade civil democrática deve restringi-la como exceção, e não como regra.
            Todos nós temos em mente de alguma maneira, inconsciente ou consciente que de alguma forma somos livres. Livres para nos divertir, livres para sorrir, livres para ir e vir, desde que respeitamos as leis e ao espaço dos outros. “Somos livres para fazer o que quisermos”.
A liberdade está ligada a ideia do livre-arbítrio, o poder de decidir o próprio destino, de optar por posições que sejam boas ou ruins para a nossa vida, desde que não passamos a interferir na vida social ou intelectual da outra pessoa.
Todos nos de alguma maneira queremos a tão sonhada liberdade, mas poucos têm a responsabilidade de tê-la. A falta de maturidade e coragem em pagar o preço que for necessário pela liberdade nos faz pensar duas vezes antes de querer assumir a liberdade em que desejamos. Mas se olharmos de outra forma a liberdade nos dá à possibilidade de sermos livres, mas ao pensar que fizéssemos tudo que queremos seria um grande erro, pois vivemos em uma sociedade aonde devemos respeitar os espaços dos outros, as leis, e principalmente aprender a respeitar nós mesmos.
A liberdade ainda prova que seus pontos positivos nos levam ao crescimento interior que ela proporciona, esse ponto de vista pode ser considerado como um conto de fadas porque quando surgir algum problema ou alguma dificuldade não será responsável o suficiente para resolver o problema. Por isso ele sempre buscará justificativa para sua infelicidade como se nada disso tivesse a ver com a direção que toma sua própria vida. Enquanto não somos capazes de enxergar essa verdade, seguiremos nos lamentando e colocando a culpa em outras pessoas por nossa falta de liberdade.
Não se trata de negar o quanto é difícil superar nossos medos e fragilidades. Porém, procurar uma saída apesar de tudo, é essencial. Sempre é possível encontrar ajuda quando percebemos que sozinhos não daremos conta da tarefa.
O mais importante é reconhecer quem somos nós e somente nós os responsáveis por construir a paz, a harmonia, e a serenidade interior com que sonhamos e para o bem da sociedade.
A democracia depende de uma sociedade civil educada e bem informada cujo acesso à informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível na vida pública da sua sociedade e criticar funcionários do governo ou políticas insensatas e tirânicas. Os cidadãos e os seus representantes eleitos reconhecem que a democracia depende de acesso mais amplo possível a idéias, dados e opiniões não sujeitos a censura.
Por vivemos em uma democracia somos supostos a seguir regras, mas temos em mente que eles nos dão o equilíbrio de termos a liberdade, mas seguindo “ordens”.            São chamadas liberdades civis, os direitos conferidos a todos os cidadãos de assumirem e externar livremente suas convicções nas pessoais, sem sofrer perseguição de qualquer governo, instituição ou grupo étnico ou social. Elas estão possivelmente entre as maiores conquistas do ser humano, que hoje dispõe destas garantias após séculos de confrontos com regimes autoritários e conscientização da população sobre garantias não-negociáveis, que necessitavam ser implantadas.
Assim, o ser humano, num processo lento e árduo, através dos séculos, foi conquistando as chamadas liberdades civis. Entre os inúmeros direitos que a grande maioria da população mundial conseguiu temos o direito à liberdade e segurança, liberdade de consciência (pensamento), a liberdade religiosa, liberdade de expressão, liberdade de associação e reunião, o direito à privacidade, o direito a um processo equitativo, o direito a um julgamento justo, o direito de possuir propriedade e o direito de defender a si mesmo.



Priscila, Ana, Milena Soccol – 23MP





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