Limites
da liberdade na sociedade
Até aonde vai a nossa
liberdade? Será que realmente somos
livres como pensamos? Essas são algumas das dúvidas que surgem em nossa mente ao
pensarmos em liberdade. Será que todos nos pensamos da mesma maneira? Por incrível
que pareça não, pois somos diferentes e pensamos diferente também. Essa é uma
maneira de expressar que todos nos temos sim a liberdade.
Muitas
pessoas põem em dúvida a liberdade, alguns acham que não existe, mas outros
acham que por acreditar que ela existe podem fazer o que quiserem. Não é bem
assim, vivemos em uma sociedade composta por indivíduos de varias origens,
vários sotaques, vários costumes aonde somos submetidos a respeitar o espaço e
o limite dos outros.
A liberdade de expressão não é um direito absoluto, dizem alguns. Sim,
não é. Em nome dela não é possível admitir a propagação de violências, ódio racial
e obscenidades para menores. Entretanto, uma sociedade civil democrática deve
restringi-la como exceção, e não como regra.
Todos nós temos em mente de alguma maneira, inconsciente ou consciente
que de alguma forma somos livres. Livres para nos divertir, livres para sorrir,
livres para ir e vir, desde que respeitamos as leis e ao espaço dos outros.
“Somos livres para fazer o que quisermos”.
A liberdade está ligada
a ideia do livre-arbítrio, o poder de decidir o próprio destino, de optar por
posições que sejam boas ou ruins para a nossa vida, desde que não passamos a
interferir na vida social ou intelectual da outra pessoa.
Todos nos de alguma
maneira queremos a tão sonhada liberdade, mas poucos têm a responsabilidade de
tê-la. A falta de maturidade e coragem em pagar o preço que for necessário pela
liberdade nos faz pensar duas vezes antes de querer assumir a liberdade em que
desejamos. Mas se olharmos de outra forma a liberdade nos dá à possibilidade de
sermos livres, mas ao pensar que fizéssemos tudo que queremos seria um grande
erro, pois vivemos em uma sociedade aonde devemos respeitar os espaços dos
outros, as leis, e principalmente aprender a respeitar nós mesmos.
A liberdade ainda prova
que seus pontos positivos nos levam ao crescimento interior que ela proporciona,
esse ponto de vista pode ser considerado como um conto de fadas porque quando
surgir algum problema ou alguma dificuldade não será responsável o suficiente
para resolver o problema. Por isso ele sempre buscará justificativa para sua
infelicidade como se nada disso tivesse a ver com a direção que toma sua
própria vida. Enquanto não somos capazes de enxergar essa verdade, seguiremos
nos lamentando e colocando a culpa em outras pessoas por nossa falta de
liberdade.
Não se trata de negar o
quanto é difícil superar nossos medos e fragilidades. Porém, procurar uma saída
apesar de tudo, é essencial. Sempre é possível encontrar ajuda quando
percebemos que sozinhos não daremos conta da tarefa.
O mais importante é
reconhecer quem somos nós e somente nós os responsáveis por construir a paz, a
harmonia, e a serenidade interior com que sonhamos e para o bem da sociedade.
A
democracia depende de uma sociedade civil educada e bem informada cujo acesso à
informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível na vida
pública da sua sociedade e criticar funcionários do governo ou políticas
insensatas e tirânicas. Os cidadãos e os seus representantes eleitos reconhecem
que a democracia depende de acesso mais amplo possível a idéias, dados e
opiniões não sujeitos a censura.
Por vivemos em uma
democracia somos supostos a seguir regras, mas temos em mente que eles nos dão
o equilíbrio de termos a liberdade, mas seguindo “ordens”. São chamadas liberdades civis, os
direitos conferidos a todos os cidadãos de assumirem e externar livremente suas
convicções nas pessoais, sem sofrer perseguição de qualquer governo,
instituição ou grupo étnico ou social. Elas estão possivelmente entre as
maiores conquistas do ser humano, que hoje dispõe destas garantias após séculos
de confrontos com regimes autoritários e conscientização da população sobre
garantias não-negociáveis, que necessitavam ser implantadas.
Assim, o ser humano, num processo lento e árduo,
através dos séculos, foi conquistando as chamadas liberdades civis. Entre os
inúmeros direitos que a grande maioria da população mundial conseguiu temos o
direito à liberdade e segurança, liberdade de consciência (pensamento), a
liberdade religiosa, liberdade de expressão, liberdade de associação e reunião,
o direito à privacidade, o direito a um processo equitativo, o direito a um
julgamento justo, o direito de possuir propriedade e o direito de defender a si
mesmo.
Priscila, Ana, Milena
Soccol – 23MP
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