Trabalho
Escravo no Brasil atual
Nome
: Gabriel l. da Costa – 32MP
Podemos falar
que trabalho e toda e qualquer forma de esforço físico e intelectual A sua definição básica indica que é a
medida do esforço feito pelos seres humanos. Na visão neoclássica da economia,
por exemplo, constitui um dos três fatores da produção, juntamente com a terra
e o capital.
O termo “trabalho análogo” deriva do fato de que o trabalho escravo formal foi abolido pela Lei Áurea em 13 de maio de 1888. Até então, o Estado brasileiro tolerava a propriedade de uma pessoa por outra não mais reconhecida pela legislação, o que se tornou ilegal após essa data.
Não só a
falta da liberdade eu define a palavra escravidão , mas sim de dignidade. Todo
ser humano nasce igual com direito à mesma dignidade. E nascemos todos com os
mesmos direitos fundamentais que, quando violados, nos arrancam dessa condição
e nos transformam em coisas, instrumentos descartáveis de trabalho. Quando um
trabalhador mantém sua liberdade, mas é desprovido de condições mínimas de dignidade.
A
expressão escravidão moderna os meios de comunicação em geral
utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as
pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade própria vontade,
sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações.
Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela expressão trabalhos forçados, embora quase
sempre impliquem o uso de violência.
Quando se
fala em escravidão, muitos lembram de correntes e senzalas, mas o trabalho
escravo de hoje adquiriu novas características, sendo a principal delas a
proibição direta ou indireta do direito de ir e vir. O trabalho escravo não foi
extinto como nos ensinam os livros escolares, quando foi assinada a Lei Áurea,
em 1888. Em pleno século XXI, o Brasil continua tendo a vergonha do trabalho
escravo.
Os escravos
de hoje não chegam mais de navios negreiros da África. Chegam de ônibus, de
caminhão e no famoso pau-de-arara. Esses novos escravos são recrutados,
principalmente, no Maranhão, Piauí, Tocantins, Pará, Goiás, Ceará, Bahia e
Minas Gerais. São trabalhadores que vivem na miséria total e procuram dar um
jeito na miséria.
Os
trabalhadores são levados ao cativeiro pelos empreiteiros, conhecidos como
“gatos”. Estes viajam de cidade em cidade à procura de sua “presa”. Os gatos
procuram caçar os futuros escravos longe do local de onde ele irá trabalhar.
Assim é mais fácil esconder a verdade e o trabalhador não tem como fugir.
Prometem um bom trabalho, salário, alojamento e alimentação, e já oferecem um
adiantamento em dinheiro para ninguém se atrever a dizer não. A realidade se
mostra diferente quando o trabalhador se depara com maus-tratos, fome, salário
retido quase que inteiramente com o pretexto de que é preciso ressarcir o
patrão pelas despesas feitas com a sua viagem até a fazenda. Torna-se escravo
de uma dívida infinita
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário