segunda-feira, 25 de maio de 2015

Texto "Trabalho Escravo no Brasil atual"

Trabalho Escravo no Brasil atual

Nome : Gabriel l. da Costa – 32MP


Podemos falar que trabalho e toda e qualquer forma de esforço físico e intelectual A sua definição básica indica que é a medida do esforço feito pelos seres humanos. Na visão neoclássica da economia, por exemplo, constitui um dos três fatores da produção, juntamente com a terra e o capital.

O termo “trabalho análogo” deriva do fato de que o trabalho escravo formal foi abolido pela Lei Áurea em 13 de maio de 1888. Até então, o Estado brasileiro tolerava a propriedade de uma pessoa por outra não mais reconhecida pela legislação, o que se tornou ilegal após essa data.
Não só a falta da liberdade eu define a palavra escravidão , mas sim de dignidade. Todo ser humano nasce igual com direito à mesma dignidade. E nascemos todos com os mesmos direitos fundamentais que, quando violados, nos arrancam dessa condição e nos transformam em coisas, instrumentos descartáveis de trabalho. Quando um trabalhador mantém sua liberdade, mas é desprovido  de condições mínimas de dignidade.
A expressão escravidão moderna os meios de comunicação em geral utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade própria vontade, sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações. Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela  expressão trabalhos forçados, embora quase sempre impliquem o uso de violência.
Quando se fala em escravidão, muitos lembram de correntes e senzalas, mas o trabalho escravo de hoje adquiriu novas características, sendo a principal delas a proibição direta ou indireta do direito de ir e vir. O trabalho escravo não foi extinto como nos ensinam os livros escolares, quando foi assinada a Lei Áurea, em 1888. Em pleno século XXI, o Brasil continua tendo a vergonha do trabalho escravo.
Os escravos de hoje não chegam mais de navios negreiros da África. Chegam de ônibus, de caminhão e no famoso pau-de-arara. Esses novos escravos são recrutados, principalmente, no Maranhão, Piauí, Tocantins, Pará, Goiás, Ceará, Bahia e Minas Gerais. São trabalhadores que vivem na miséria total e procuram dar um jeito na miséria.
Os trabalhadores são levados ao cativeiro pelos empreiteiros, conhecidos como “gatos”. Estes viajam de cidade em cidade à procura de sua “presa”. Os gatos procuram caçar os futuros escravos longe do local de onde ele irá trabalhar. Assim é mais fácil esconder a verdade e o trabalhador não tem como fugir. Prometem um bom trabalho, salário, alojamento e alimentação, e já oferecem um adiantamento em dinheiro para ninguém se atrever a dizer não. A realidade se mostra diferente quando o trabalhador se depara com maus-tratos, fome, salário retido quase que inteiramente com o pretexto de que é preciso ressarcir o patrão pelas despesas feitas com a sua viagem até a fazenda. Torna-se escravo de uma dívida infinita

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