Filosofia
pós-moderna
Esse termo “pós-moderno”, por pensadores foi
aplicado no campo da filosofia, principalmente aqueles que produziram tal
reflexão marcada pela critíca e descrença, baseada no projeto da modernidade,
onde a razão tecnocientífica favoreceria a emancipação humana.
Sem esperança de uma transformação social, a
filosofia pós-moderna passou a analisar vários aspectos da vida social, com
ênfase: aqueles em que se verifica maior racionalização rumo ao controle dos
indivíduos, acusando as formas de opressão que acompanham em seu dia-a-dia, na
vida cotidiana.
Entre os filósofos pós-modernos, é comum a
debilitação das esperanças, de compreensão e de transformação conjunta da vida
social. O cenário é desanimador: desigualdades sociais extremas, guerras,
miséria, catástrofes ambientais, dominação dos países economicamente
desenvolvidos sobre os demais e situações de falta de conhecimento em algumas
regiões.
Um filósofo que se destaca
em meio ao pós-modernismo é o francês Michel Foucault (1926-1984), que focou
suas buscas, seu conhecimento, em temas baseados nas instituições sociais, na
sexualidade e principalmente, o poder. De acordo com Foucault, o meio social
apresenta uma nova organização do poder, que se desenvolveu a partir do século XVIII. Nessa nova
organização, o poder se concentra no setor político e em suas formas de
repressão.
Para Foucault, o poder
fragmentou-se em micropoderes. Adotando essa perspectiva de análise, conhecida
como microfísica do poder, ele afirma: “o poder está em toda parte, não porque
englobe tudo e sim, porque provém de todos os lugares.”
Bárbara Ribeiro
Joel Sperafico
Kamila Czys
Laísa Coletti
Marina Vitória Filippon
Rafaela Zauza
32MP
Nenhum comentário:
Postar um comentário