segunda-feira, 6 de julho de 2015

Texto – Filosofia Medieval

Colégio Estadual Visconde de Bom Retiro







Filosofia Medieval:
Patrística e Escolástica










Nomes: Giovani Nicoletto, Luan Nhoatto, Luiz Ferrigo e Matheus Detoni
Turma: 22MP



Bento Gonçalves, julho de 2015

FILOSOFIA MEDIEVAL
Se desenvolveu na Europa durante os séculos V e XV , influenciada pele igreja católica,  os filósofos discutiam sobre  existência de Deus,  relação entre razão e fé, liberdade e conhecimento humano, vida após a morte. Tentavam explicar coisas que eram inexplicáveis com o uso da fé, deixando de lado a razão, logica e explicações científicas.
PATRISTÍCA
Padres ou pais de igreja ligaram-se ao pensamento filosófico, responsáveis por confirmar e defender a liturgia, a fé, a disciplina e cuidar da igreja, passar seus ensinamentos e doutrinas que se desenvolveram e foram melhor explicados e aceitos pelos cristões.
ESCOLÁSTICA
A Escolástica tem muitos significados quando se refere as disciplinas das escolas medievais, trivio: gramática, retórica e dialética; e o quadrívio: aritmética, geometria, astronomia e música, quanto a uma conotação mais ampla ao se reportar a linha filosófica adotada pela Igreja na Idade Média. Esta modalidade de pensamento era essencialmente cristã e procurava respostas para justificar a doutrina ensinada pelo clero, guardião das verdades espirituais.

Essa escola se fortaleceu desde o princípio do século IX até o final do século XVI, quando representou o declínio da era medieval. A escolástica é o resultado de estudos aprofundados da arte dialética desta época. No início seus ensinamentos eram disseminados em catedrais e monastérios e posteriormente a Universidades.
Os escolásticos tentam harmonizar ideais platônicos com fatores de natureza espiritual, à luz do cristianismo vigente no Ocidente. Mesmo depois, quando Aristóteles é contemplado no pensamento cristão através de Tomás de Aquino, o neoplatonismo adotado pela Igreja é preservado. Assim, será permanentemente atravessada por dois distintos, a fé herdada da mentalidade platônica e a razão aristotélica.

Agostinho, mais tradicional, clama um predomínio da fé, em prejuízo da razão, ao passo que Tomás de Aquino acredita na independência da esfera racional na hora de buscar respostas apropriadas, embora sem rejeitar a fé com relação a razão.

O método que a escolástica adotou se traduz através do ensino, fundamentado na lectio, onde o mestre domina a palavra, e na disputatio, onde há o debate entre professor e o seu discípulo, e nas formas literárias, onde predomina os comentários, nascidos da lectio, e dos quais originaram as Summas que permitem ao autor se ver um pouco mais livre dos textos; e as quastiones, vindas à luz por meio da disputatio. Uma das Summas mais renomadas é a Summa Theologica de São Tomás. A Opuscula também é livremente usada pelos escolásticos, representando um caminho autônomo para abordar uma questão.

A Escolástica foi muito influenciada pela Bíblia Sagrada, pelos filósofos e pelos Padres da Igreja, escritores do primeiro período do Cristianismo oficial, que detinham domínio da fé e da santidade. Os filósofos que predominaram nesta escola, foram Agostinho de Hipona, africano, e Tomás de Aquino, italiano.


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