segunda-feira, 6 de julho de 2015

Texto – Filosofia Medieval

                                    Filosofia Medieval

Na Idade Média, houve uma fusão entre o conhecimento clássico e as crenças religiosas, que ocorreu no século VIII ao século XIV Durantes esses anos, houve diversos pensadores árabes, europeus e judeus. Uma das características deste período era o domínio da Igreja Romana sobre a Europa, organizando Cruzadas  à Terra Santa, sagrando e coroando reis. 
Outro importante fato foi que a filosofia medieval passou a ser dada como matéria na escola, sendo assim conhecida como escolástica e que foi  muito estudado nos anos de 1100 a 1500.
A Escolástica  tinha um método para discussão de ideias filosóficas, e que era uma disputa que  consistia em apresentar uma tese, que seria defendida ou refutada com base em argumentos encontrados na Bíblia.
A Patrística também foi muito importante na idade média. Esta era a filosofia cristã dos primeiros sete séculos, foi elaborada pelos padres, e consiste na elaboração doutrinal das verdades de fé do Cristianismo e na sua defesa, era responsável pela explicação progressiva dos dogmas cristãos e pelo que se chama hoje de Tradição Católica. O Período Patrístico é compreendido desde o século I d.C. até o século VIII d.C., durante esse período, muitas perseguições e heresias surgiram e ameaçaram o Cristianismo, mas com os esforços dos cristãos, o cristianismo venceu os perseguidores e os afastou também.
Entre os muitos meios que o homem dispõe para progredir no conhecimento da verdade destaca-se a filosofia. A filosofia nasceu e começou a desenvolver-se quando o homem começou a interrogar-se sobre o porquê das coisas e a sua finalidade. Nos últimos tempos, porém, a filosofia, em vez de se apoiar sobre a capacidade que o homem tem de conhecer a verdade, preferiu sublinhar as suas limitações e condicionalismos.
O problema da relação entre fé e razão é tão antigo como o próprio Cristianismo. Já, o apostolo Pedro, estimulava os cristãos a saberem dar as razões de sua confiança (fé) a quem o solicitar. Este problema coincide, em grande parte, com a relação entre Teologia e Filosofia. A Filosofia não se satisfaz com o imediatamente dado, com os fatos externos do mundo ou com a experiência subjetiva interna.

Para aquele que tem fé religiosa Deus existe, porém para a filosofia não basta ter fé, é preciso evidenciar que Ele existe de verdade. Para os fervorosos, Deus é um ser perfeito, dotado de bondade e filantrópico, que penitencia os maus e gratifica os bons.



Bruna Grando, Gabriel Gaewski, Kaliandra de Melo, Vinicius Beraldin
 21 MP


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