Pós-modernidade
Na filosofia, a pós-modernidade é as
mudanças ocorridas na ciência, nas artes e na sociedade desde 1950.
Entrou na filosofia dos anos 70 tendo
mudanças na arquitetura e principalmente na computação. Os resultados dessa
origem ocasionaram uma grande dúvida sobre essa pós-modernidade se ela seria
uma decadência ou uma forma de renascimento cultural.
Um dos principais pensadores da
pós-modernidade foi o filosofo francês Michel Foucault, de acordo com Foucault
as sociedades modernas apresentou uma nova organização de poder que se
desenvolveu a partir do século XVIII. Nessa nova organização, o poder não se
concentra apenas no setor político, mas está interligado pelos vários âmbitos
da vida social. Para o filosofo, o poder fragmentou-se em micropoderes e
tornou-se muita mais eficaz. Esses
micropoderes se espalham pelas mais diversas instituições da vida social, os
poderes exercidos por uma rede imensa de pessoas que interiorizam e cumprem as
normas estabelecidas pela disciplina social. Adotando essa perspectiva de
análise de microfísica do poder, ele afirma que o poder está em toda parte, não
porque englobe tudo e sim, porque provem de todos os lugares.
Seu
objetivo foi de colocar à mostra estruturas veladas de poder, tendo Nietzsche
por inspiração.
Genealogia do poder:
Sua
genealogia foi inspirada em Nietzsche que adotou como ponto de partida a noção
de que os valores – o bem e o mal, o verdadeiro e o falso, o certo e o errado,
etc. – São consagrados historicamente em função de interesses relativos ao
poder dentro da sociedade. Para o filósofo esse poder não seria essencialmente
de repressão ou de censura, mas antes um poder criador.
Caracteriza
a sociedade contemporânea como uma sociedade disciplinar, na qual prevalece a
produção de práticas disciplinares de vigilância e controles constantes, que se
estendem ao todos os âmbitos da vida dos indivíduos.
Quando
o ser humano assume a face do saber, o poder, segundo Foucault, atinge os
indivíduos em seu corpo, em seu comportamento e em seus sentimentos.
Derrida: a desconstrução
Outro
filósofo francês Jacques Derrida, criticou o desenvolvimento da racionalidade
ocidental a partir do próprio conceito de razão. Para ele, toda a filosofia
produzida no ocidente partilha a ideia de um centro, de algo que unifica e
estrutura sua construção teórica. Deus, homem e verdade são exemplos de noções
que organizam o entendimento do mundo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário