segunda-feira, 6 de julho de 2015

Texto – Pós-Modernidade

Pós-modernidade
Na filosofia, a pós-modernidade é as mudanças ocorridas na ciência, nas artes e na sociedade desde 1950.
Entrou na filosofia dos anos 70 tendo mudanças na arquitetura e principalmente na computação. Os resultados dessa origem ocasionaram uma grande dúvida sobre essa pós-modernidade se ela seria uma decadência ou uma forma de renascimento cultural.
Um dos principais pensadores da pós-modernidade foi o filosofo francês Michel Foucault, de acordo com Foucault as sociedades modernas apresentou uma nova organização de poder que se desenvolveu a partir do século XVIII. Nessa nova organização, o poder não se concentra apenas no setor político, mas está interligado pelos vários âmbitos da vida social. Para o filosofo, o poder fragmentou-se em micropoderes e tornou-se muita mais eficaz.  Esses micropoderes se espalham pelas mais diversas instituições da vida social, os poderes exercidos por uma rede imensa de pessoas que interiorizam e cumprem as normas estabelecidas pela disciplina social. Adotando essa perspectiva de análise de microfísica do poder, ele afirma que o poder está em toda parte, não porque englobe tudo e sim, porque provem de todos os lugares.
Seu objetivo foi de colocar à mostra estruturas veladas de poder, tendo Nietzsche por inspiração.
 Genealogia do poder:
Sua genealogia foi inspirada em Nietzsche que adotou como ponto de partida a noção de que os valores – o bem e o mal, o verdadeiro e o falso, o certo e o errado, etc. – São consagrados historicamente em função de interesses relativos ao poder dentro da sociedade. Para o filósofo esse poder não seria essencialmente de repressão ou de censura, mas antes um poder criador.
Caracteriza a sociedade contemporânea como uma sociedade disciplinar, na qual prevalece a produção de práticas disciplinares de vigilância e controles constantes, que se estendem ao todos os âmbitos da vida dos indivíduos.
Quando o ser humano assume a face do saber, o poder, segundo Foucault, atinge os indivíduos em seu corpo, em seu comportamento e em seus sentimentos.
Derrida: a desconstrução
Outro filósofo francês Jacques Derrida, criticou o desenvolvimento da racionalidade ocidental a partir do próprio conceito de razão. Para ele, toda a filosofia produzida no ocidente partilha a ideia de um centro, de algo que unifica e estrutura sua construção teórica. Deus, homem e verdade são exemplos de noções que organizam o entendimento do mundo.
Nomes: Bruna, Fernanda, Julia, Laura.
Turma: 32 MP




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