segunda-feira, 6 de julho de 2015

Texto – Filosofia Medieval

Filosofia Medieval

Filosofia que se desenvolveu na Europa durante a Idade Média. Este período foi marcado por grande influência da Igreja Católica nas diversas áreas do conhecimento, os temas religiosos predominaram no campo filosófico.

Muitos pensadores deste período defendiam que a fé não deveria ficar subordinada a razão. Porém, Santo Agostinho não seguiu este caminho. Santo Agostinho de Hipona (354 – 430) buscou a razão para justificar suas dúvidas. Foi ele quem desenvolveu a ideia da interioridade, ou seja, o homem é dotado da consciência moral e do livre arbítrio.

PATRÍSTICA

Período do pensamento cristão que se seguiu à época do novo testamento e chega até ao começo da Escolástica,, representa o pensamento dos Padres da Igreja, que são os construtores da Teologia Católica, guias e mestres da doutrina cristã.
 A Patrística tem três períodos: Antes de Agostinho, tempo de Agostinho e depois de Agostinho.
No período antes de Agostinho, os padres defendiam o cristianismo contra o paganismo, os padres começam a defender a fé e deixar de lado a razão grega como mostrava a filosofia helênica.
 Antes de Agostinho, temos três correntes filosóficas: platonismo judaico, platonismo cristão ou patrística e o platonismo pagão ou neoplatonismo.
O platonismo cristão defendia a fé como ponto essencial e fundamental para a vivência da pessoa. Enquanto o platonismo judaico defendia a fé na realidade dos antepassados e a razão na realidade em que viviam e o platonismo pagão, defendia somente a razão.
O crescimento do pensamento aconteceu pela causa de que tem jeito de fazer filosofia com fé.
No período pós-Agostinho, tivemos Anselmo de Aosta e seus contemporâneos, e começa uma batalha muito forte na defesa da fé e da razão.
A partir desse período, não aconteceu mais filosofia sem se pensar na religião e na fé do povo, o porquê as pessoas acreditavam em algo superior e a esse algo, prestavam culto.


Escolástica

Foi um movimento que pretendia usar os conhecimentos greco-romanos para entender e explicar a revelação religiosa do cristianismo.  As ideias dos filósofos gregos Platão e Aristóteles adquirem grande importância nesta fase.
Para os filósofos escolásticos a Igreja possuía um importante papel de conduzir os seres humanos à salvação. No século XII, os conhecimentos passam a ser debatidos, armazenados e transmitidos de forma mais eficiente com o surgimento de várias universidades na Europa.
Tomás de Aquino, religioso italiano do século dezoito, um dos principais representantes da escolástica, afirmava que a mente do homem é uma “tábula-rasa”, ou seja, não possui conhecimento prévio de nada e toda possibilidade do conhecimento vem através dos sentidos e das experiências pessoais
Diversamente da patrística, cujo interesse é acima de tudo religioso e cuja glória é a elaboração da teologia dogmática católica, o interesse da escolástica é acima de tudo, especulativo, e a sua glória é a elaboração da filosofia cristã.





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