A
Filosofia Medieval
Ocorreram muitas mudanças na
Igreja Católica neste período, não era permitido contrariar as revelações de
Deus. Na escolástica começaram os ensinamentos sobre a gramática, o dialeto, a
música, a geometria, a astronomia entre outras.
Podemos conciliar a fé como
uma crença e a razão como a capacidade de pensar e argumentar, o pensamento
seria a ideia e a mente. A fé e a razão é um conflito que explica os fenômenos
como alguns mitos. Neste período acreditavam que o espírito era imortal.
São Tomás de Aquino nasceu
no ano de 1225, um filósofo escolástico. Foi Aquino que fundou o Tomismo,
acreditava no pensamento de Aristóteles. O Tomismo foi criado para não
contrariar a fé. Assim surgem as duas dimensões, uma é o ato que representa a
existência, e a outra é a potência que representa a capacidade real. Aquino
dizia que “A humildade é o primeiro degrau para a sabedoria”.
Surge o ser geral que
significa existir é sua essência e o ser pleno que Deus é um ato puro. Todos os
seres se movem através de outros seres, sendo Deus o primeiro ser. Algo que não
existe, começa existir por causa de algo que já existia.
Deus é um ser muito
inteligente que dirige as coisas da natureza. Nesta época os primeiros padres
resolveram criar textos falando da fé, isso deu origem ao nome Patrística. A
Patrística tinha o dever de propagar as ideias do cristianismo.
Santo Agostinho neste
período seguia o maniqueísmo, ceticismo e o neoplatonismo depois se converteu
ao cristianismo. Agostinho acreditava na Superioridade da Alma, e a liberdade
seria uma harmonia das próprias ações do ser humano.
Esse período da filosofia
medieval pode ser conhecido também como o período em que a igreja Romana
mandava na Europa, ou seja, não foi apenas de cristãos.
Amanda, Dener, Manoela e Tainá Turma 25TP
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