quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Texto - Filosofia Medieval

Nomes: Débora Weiss, Raiana Sobirai, Matheus Detoni e Andrew de Cézaro      
Turma: 27NP           
Data: 10/08/2015
Professor: Alexandre
Componente curricular: Filosofia



Filosofia Medieval
A filosofia medieval (século VIII ao século XIV), nesse período houve diversos pensadores, a principal característica desse período era o domínio da igreja romana sobre toda a Europa. Sua forma de domínio predominante era demonstrada através das cruzadas a Terra Santa, consagrando reis comandados por eles,  tornando a filosofia medieval importante, sendo lecionada nas escolas, ficando conhecida pelo nome de Escolástica.
Santo Agostinho e São Tomas Aquino:

Santo Agostinho (354 a 430, ensinou retórica nas cidades italianas de Roma e Milão) e São Tomás de Aquino (1227 á 1274, importante teólogo, filósofo e padre dominicano do século XIII), foram os maiores pensadores da Patrística e da Escolástica. Santo Agostinho seguiu os princípios da filosofia de Platão, já Santo Tomás de Aquino seguiu a de Aristóteles. Com isso, cada um em sua época, pode influenciar não só a religião católica como muitos pensadores cristãos que surgiram após eles.

Os dois filósofos tanto Santo Agostinho como Santo Tomás de Aquino afirmam que Deus, sendo eterno, transcendente, senhor da bondade e da sabedoria, nos criou e criou tudo o que conhecemos do nada. Para Santo Agostinho, as ideias estavam no Espírito de Deus. Santo Tomás de Aquino acrescenta a noção das pessoas em seus raciocínios. Dizia que Deus é a causa da nossa existência. Além disso, Deus está continuamente criando o mundo ao unir as pessoas para seguir novos objetos.
Entre suas características comuns destacam-se o fato de que  Nenhum deles colocava em dúvida a imortalidade da alma, em suas teorias eles retomam ao desprezo do mundo e fé, razão e revelação se os seus pontos principais.
Escolástica:

É uma corrente filosófica com um pensamento critico dominante no ensino nas universidades da Europa da Idade Média, dominou o pensamento cristão entre os séculos XI e XIV e teve como principal nome o teólogo e filósofo o italiano São Tomás de Aquino. Entre suas características mais marcantes destacamos a consciência da alienação, na doutrina das duas verdades; a negação da alienação na separação definitiva entre razão e fé, e na afirmação de que o real, em sua totalidade, natureza e história, é racional.
Como sistema filosófico, a escolástica tentou resolver, a partir das teorias religiosas, problemas como a relação entre fé e razão, desejo e pensamento; a oposição entre realismo e nominalismo; e a probabilidade da existência de Deus. Historicamente, no entanto a escolástica diz que a filosofia é, ao mesmo tempo, racional e religiosa, motivo pelo qual seu problema mais grave é o das relações entre a razão e a fé.
Patrística:
Foi à primeira filosofia cristã criada pelos escritores escolásticos da igreja católica. A patrística resultou do esforço feito pelos dois apóstolos intelectuais (São Paulo e São João) e pelos primeiros Padres da Igreja para conciliar a nova religião que era o Cristianismo, com o pensamento filosófico dos gregos e romanos, pois somente com essa conciliação seria possível convencer os pagãos da nova verdade e convertê-los a ela. 
A Patrística é basicamente, uma filosofia responsável pela evolução progressiva dos dogmas cristãos e pelo que se chama hoje de Tradição Católica, essa filosofia procurou conciliar as verdades da revelação bíblica com as construções do pensamento próprio da filosofia grega. 
Para impor as ideias cristãs, os padres da Igreja as transformaram em verdades reveladas por Deus. Por serem decretos divinos, seriam como dogmas ou leis. Dessa forma, o grande tema de toda a Filosofia patrística é o da possibilidade de conciliar razão e fé, e a esse respeito, havia três posições principais. Os que julgavam fé e razão irreconciliáveis e a fé superior à razão, os que julgavam fé e razão conciliáveis, mas subordinavam a razão à fé e os que julgavam razão e fé irreconciliáveis, mas afirmavam que cada uma delas tem seu campo próprio de conhecimento e não devem misturar-se, a razão se refere a tudo o que diz respeito à vida temporal dos homens no mundo, a fé com tudo o que se refere à salvação da alma e à vida eterna futura. 


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