Romantismo
e Filosofia
Surgiu no final do século
XVIII e foi um movimento cultural que envolveu as artes e a filosofia,
expandiu-se pela Europa e por outras regiões do mundo assumindo características
peculiares em cada sociedade.
Caracterizou-se pela exaltação
do individuo, da natureza e da pátria. Era o renascimento da intuição e da
emoção contra a supremacia da razão. Era a afirmação do amor contra a frieza da
racionalidade, após o reconhecimento de que o individuo permanecia insatisfeito
em relação a seus anseios mais profundos de liberdade. A concepção de Deus como razão suprema,
própria do iluminismo foi substituída pela concepção mística e emocional da
divindade, pois, para os românticos, Deus fala a linguagem do coração, não a da
razão.
Entre os grandes nomes do
romantismo destacaram-se, por exemplo, Novalis, Schiller e Goethe na
literatura, bem como Bethoven, Schumann e Brahms, Schubert e Chopin na música e
Auguste Comte, Jean-Jacques Rousseau e Charles Darwin na filosofia.
O romantismo está presente
na filosofia não como um movimento ou corrente facilmente identificável, mas
algumas de suas características poderão ser reconhecidas em vários filósofos
como Jean-Jacques Rousseau, considerado um pensador pré-romântico por ter
reservas em relação à crença no progresso científico, além de ter concebido o
ser humano em estado de natureza como bom selvagem, personagem oriundo de uma
idealização da natureza. Outro exemplo da influência romântica é o idealismo
alemão. Ele reteve do romantismo o aspecto do nacionalismo, do amor à pátria,
da valorização do povo e do Estado como um organismo.
O foco central do romantismo
na filosofia era ir contra o pensamento racionalista que imperava absoluto.
Coube ao romantismo se opor ao pensamento racionalista que defendia a tese de
que a razão preside todos os fatos da vida, dizendo que o mais importante era
enaltecer a imaginação, a sensação, os sentimentos, a intuição a espontaneidade
e afins.
De modo geral, o romantismo
foi uma reação ao espirito racionalista, que pretendia abraçar o mundo e
orientar a sociedade.
Componentes
do grupo: Deise Cagol, Fernanda Cigolini, Liege Sobirai e Thaís Strapazzon.
Turma:
33MP
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