segunda-feira, 13 de abril de 2015

Texto sobre Idealismo Alemão

Idealismo Alemão
Componentes: Beatriz, Hellen, Júlia, Larissa Pagel, Luíza.
Turma: 33M

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O idealismo alemão começa na década de oitenta do século XVIII e prolonga-se, nas suas
últimas consequências, até a metade do século XIX, sendo a sua criação em Kant, o seu apogeu
em Fichte, a sua maturidade em Schelling e a sua consumação em Hegel. O propósito do
idealismo alemão é a criação de um amplo sistema filosófico, rigorosamente homogêneo e
fundamentado em sua especulação lógica, cuja finalidade é encontrar a indivisibilidade do absoluto.
Neste sentido, pode-se indicar, em geral, como o elemento característico das grandes doutrinas
idealistas, a busca de um sistema unificador da totalidade do real, um pensamento que contenha a
própria ideia do ser, o absoluto.
· Kant:
Mundo subjetivo, depositário das formas a priori do conhecimento, de acordo com essa
mentalidade, a religião é teórica, tem a ver com valores e não com fatos. Um mundo objetivo, a
coisa-em-si, que só pode ser conhecido quando se torna fenômeno para o sujeito, ou seja, um
pensamento materialista.
· Fichte:
O mais audacioso dos pós-kantianos. Para ele, o mundo objetivo nasce do mundo
subjetivo, como se a realidade fosse apenas um palco que o homem teria criado para agir, pura
liberdade. Criou um princípio denominado Eu, que ao agir cria o não-Eu, conhecido como a própria
realidade.
· Schelling
A filosofia de Schelling é, fundamentalmente, idealista: o espírito, o sujeito, o eu, é princípio
de tudo. Para ele, a natureza embora concebida idealisticamente tenha uma realidade autônoma
com respeito ao sujeito, à consciência. A natureza é o espírito na fase de consciência obscura,
como o espírito é a natureza na fase de consciência clara. Nessa segunda fase, Schelling imagina
o ser absoluto, Deus, como indiferença de irracional e racional, possibilidade do irracional e do
racional, vontade inconsciente que aspira à racionalidade, à própria auto revelação.
· Hegel
Dizia que as concepções filosóficas do passado eram sem vida, não históricas e
tendenciosas. Por isso, defendeu a forte ligação entre História e Filosofia. Foi o fundador do
Hegelianismo que se baseava na ideia principal de que a realidade é capaz de ser expressa em
categorias reais.

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