Niilismo De Nietzsche
Doutrina filosófica que nega a
existência de tudo que tem origem divina, princípios políticos e sociais.
Origem
divina porque nega a existência de Deus como é visto em religiões como o
cristianismo, que segundo essa religião, o considera a força superior e regente
de todas as coisas, que castiga os humanos se eles cometem pecados, Nietzsche
dizia que tínhamos que superar Deus, ou seja, superar a ideia que Deus salvaria
o homem por meio de sua ação sobrenatural, colocando assim a ciência no lugar
da religião. Hoje em dia essa teoria é mais aceita do que meados de 1890. Dizia
ainda que se a pessoa aceitasse a “morte” de deus, ela teria uma mente mais
aberta, porque não estaria presa a ideia de pecado e seria independente da
ideologia criada para Deus.
Como bem se pode esperar de um realista, Nietzsche via
como seus antípodas todos aqueles que insistiam em abordar a política de uma
distância confortável, que ele associava a um idealismo.
Em vez de tratar dos seres humanos e suas entidades políticas em sua realidade
demasiado humana, os idealistas preferem teorizar e legislar em favor de seres
irreais e atemporais, e de configurações utópicas que eles supostamente ocupam.
Como paradigmático dessa distinção entre realismo e idealismo, ele cita o contraste
entre Tucídides e Platão.
A coragem é exigida, presume-se, porque um confronto
inflexível com a realidade provavelmente revelará algumas verdades
desagradáveis sobre política - todas as quais a Nietzsche apraz celebrar. O
objetivo da política, em primeiro lugar, é dar apoio à produção e ao avanço da cultura, já que somente a
cultura pode justificar a existência humana - e desse modo garantir o futuro da
humanidade - mediante uma "valorização do tipo humano"
O problema
com a política contemporânea, ele observa, é que o moderno Estado-nação
contenta-se simplesmente com se perpetuar. Não reconhece nenhum objetivo -
muito menos o de produzir cultura - acima e além de seu serviço para si mesmo.
O exemplo mais pertubador desse problema é a Alemanha de Bismarck, na qual os
defensores autossatisfeitos faziam valer a adequação de qualquer simulacro de
cultura que o Reichviesse a apoiar. Ao
declarar o fracasso do moderno Estado-nação, Nietzsche observa que "a
cultura e o Estado - não haja engano a respeito disso são antagonistas: 'Estado
cultural' é apenas uma ideia moderna. Um vive
do outro, um prospera à custa do outro. Todas as grandes épocas da cultura são
tempos de declínio político: o que é grande no sentido cultural é apolítico,
mesmo antipolítico." É nessa passagem que
Nietzsche mais diretamente se distancia do padrão "o poder tem sempre
razão" como articulação do realismo político.
O filósofo é chamado equivocadamente de niilista. Característica que usou para fazer uma crítica a nossa
sociedade. É possível que Nietzsche seja um niilista, mas não no sentido do
termo em voga, segundo o qual descreve o indivíduo descrente que rejeita
qualquer tipo de hierarquia de valores estéticos, éticos, políticos e etc.
Nietzsche teria utilizado esse adjetivo para criticar justamente uma
determinada época da modernidade, inclusive, sem saber, o seu futuro ( nosso
presente).
Nietzsche
acreditava que a vida, assim como a religião e a politica tinha muitas máscaras
que tornavam a vida mais suportável, ao mesmo tempo em que a destruía a verdade
das coisas.
Andrieli Orbach
Giane Zalamena
Maria Borges
Natiele Santos
Raissa Campos
Sarah Campana
Turma 33MP
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