Empirismo
O
empirismo acredita nas experiências como únicas, e são essas experiências que
formam ideias. Ele é caracterizado pelo conhecimento científico, pela origem
das ideias por onde se percebe as coisas, independente de seus significados.
O
empirismo consiste em uma teoria epistemológica que indica que todo o
conhecimento é feito da experiência. Segundo ele, a mente humana é uma “folha
em branco” ou uma “tábua rasa”, onde são gravadas impressões externas.
Hoje
em dia o empirismo é conhecido como neopositivismo, tendo sido criado pelo
círculo de Viena. Suas três linhas empíricas são: a integral, a moderada e a
científica. Os autores mais importantes do empirismo foram John Locke, Francis
Bacon, David Hume e John Stuart Mell.
A
percepção do mundo externo e a abstração da realidade realizada na mente humana
são o que faz o homem adquirir sabedoria, segundo o empirismo. Embora tenha se
baseado no cartesianismo de René Descartes, ao contrário deste, Locke não
aceita a existência de ideias inatas resultantes da capacidade de pensar da
razão.
O
empirismo causou uma grande revolução na ciência, pois graças á valorização das
experiências e do conhecimento científico, o homem passou a buscar resultados
práticos, buscando o domínio da natureza. A partir do empirismo surgiu a
metodologia científica.
Lucas Mezadri, Julia Matiello, Cristiane de
Toni, Juliana Seli, Debora Spadini -23 MP
Nenhum comentário:
Postar um comentário