segunda-feira, 15 de junho de 2015

Texto "Liberdade nos tempos de hoje"

Cristiele, Janaína e Nayara. Turma: 22MP

Liberdade nos tempos de hoje

v Direitos Civis:
Os direitos civis agrupam e se aliam ao mesmo tempo a pouca desigualdade social, liberdades civis invioláveis, emprego como melhor política social, pagamento de salário justo, imprensa democrática e não monopolista, políticas públicas que valorizem o trabalho, diminuam burocracia, impostos e multas, e não a exploração ou o viver de lucros e do suor alheio. Propagandas e imprensa dócil costumam alimentar a culpa do motorista, (mesmo sabendo que oitenta por cento dos acidentes e mortes são culpa da infraestrutura deficiente).
São os privilégios e garantias que o direito internacional e principalmente as constituições nacionais dão a seus cidadãos. Os tribunais são as instituições públicas por excelência para salvaguarda dos direitos civis.
Inclusive onde o governo também, não faça leis espoliadoras, como as famigeradas leis de transito com suas multas abusivas, onde transfere sua responsabilidade para o cidadão, que tem de trafegar em rodovias sem qualquer infraestrutura, mal feitas, mal remendadas essas rodovias e o salário dos multadores, policiais ou fiscais que ao fim são os arrecadadores para manter a estrutura de incompetência.
O cidadão não pode aceitar um excesso de leis que servem unicamente para prendê-lo como em teus de aranha. Deve exigir do governo que faça sua parte que depois o povo fará a dele. Não pode aceitar leis que regulamente ou interfiram na sua vida.
Enfim para entender tudo: governo somos nós. E tudo que não queremos o governo e outras autoridades não estão autorizadas por nós a fazer.
A melhor atitude é exigir no seu dia a dia um melhor governo, uma melhor administração, uma melhor utilização do dinheiro público e começar a reclamar e não somente resmungar, fiscalizar e quando possível denunciar para nossa melhoria no mundo.

v Único limite da liberdade de expressão: a lei

 

Mesmo em países democráticos, ninguém tem o direito de insultar pessoas. Porém, é inexistente o dever de respeitar ideias. As charges do Charles Hebdo criticavam religiões, que são conjuntos de pensamentos e ideais, então eles não deviam, de maneira alguma, serem punidos por isso.

O único limite da liberdade é a lei. Ideias racistas ou homofóbicas, por exemplo, não podem ser defendidas utilizando essa liberdade como justificativa. Os autores das charges não infringiram nenhuma lei.

O exercício de qualquer é livre desde que sejam atendidas as qualificações profissionais, assim entendidas como as condições de capacidade técnica, que a lei estabelecer. Isso não impede, por outro lado, que a lei ou contrato, regulamentem o direito da liberdade, expandindo-lhe a eficácia. Mas a regulamentação não pode aniquilar a liberdade, sob pena de tornar a essência do direito ilusório.

Lei é toda relação necessária de ordem causal ou funcional estabelecida entre dois ou mais fatos segundo a natureza que lhes é própria. A lei é forma de que se reveste a norma ou um conjunto de normas dentro do ordenamento.

Liberdade, em filosofia, designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano.  De maneira positiva, liberdade é autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional.  Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários.

Não se trata de um conceito abstrato. É necessário observar que filósofos como Sartre e Schopenhauer, buscam, em seus escritos, atribuir esta qualidade ao ser humano livre. Não se trata de uma separação entre a liberdade e o homem, mas sim de uma sinergia entre ambos para a auto-afirmação do ego e sua existência. E na equação entre liberdade e vontade, observa-se que o querer ser livre torna-se a força-motriz e o instrumento para a liberação do homem.                                  

v  Liberdade:

Liberdade é o estado no qual se supõe estar livre de limitações ou coação, sempre que se tratar de agir de maneira lícita, de acordo com princípios éticos e legais cristalizados dentro da sociedade.
Outro importante conceito é o Direito, para o qual citamos que o ser humano é eminentemente social e vivendo desta forma, suas atitudes interferem na vida de outros homens. Para que esta interferência tivesse um caráter construtivo, foi necessário criar-se algumas regras que preservassem a paz nesse contexto, assim, de forma escrita ou não, algumas normas de comportamento foram formando-se ao longo do tempo tornando-se hoje um grupo de regras as quais chamamos de Direito.
Nesse aspecto, o direito á liberdade é citado nas mais diversas formas, sempre considerando o indivíduo como parte de um grupo no qual influi e do qual recebe influência, ou seja, torna-se necessário á vida em sociedade a definição de regras claras, escritas ou não, para um convívio harmonioso entre as pessoas.

v Democracia:
Embora quase todos os países democráticos sofram com governos inchados, excesso de regulamentação, altos impostos e uma enorme dívida pública, poucas pessoas conseguem vislumbrar a relação causal entre estes problemas e o próprio sistema democrático. Para a maioria, a solução para estes problemas é mais democracia, e não menos.

Muitos ainda acreditam que a democracia corresponde á prosperidade, igualdade, justiça, união e liberdade. Mas não há evidência de nada disso. A democracia se apoia em três princípios fundamentais: você tem o direito de votar, você tem o direito a concorrer a um cargo público e a maioria decide. E só. Em nenhum lugar está escrito, por exemplo, que a democracia garante direito á liberdade de expressão, um direito que muitas pessoas associam á democracia. Nem há qualquer explicação lógica que mostre por que a democracia tende a gerar prosperidade. 

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