Cristiele, Janaína e Nayara. Turma: 22MP
Liberdade nos tempos de hoje
v Direitos
Civis:
Os direitos civis agrupam e se aliam ao mesmo tempo
a pouca desigualdade social, liberdades civis invioláveis, emprego como melhor
política social, pagamento de salário justo, imprensa democrática e não
monopolista, políticas públicas que valorizem o trabalho, diminuam burocracia,
impostos e multas, e não a exploração ou o viver de lucros e do suor alheio.
Propagandas e imprensa dócil costumam alimentar a culpa do motorista, (mesmo
sabendo que oitenta por cento dos acidentes e mortes são culpa da
infraestrutura deficiente).
São os privilégios e garantias que o direito
internacional e principalmente as constituições nacionais dão a seus cidadãos.
Os tribunais são as instituições públicas por excelência para salvaguarda dos
direitos civis.
Inclusive onde o governo também, não faça leis
espoliadoras, como as famigeradas leis de transito com suas multas abusivas,
onde transfere sua responsabilidade para o cidadão, que tem de trafegar em
rodovias sem qualquer infraestrutura, mal feitas, mal remendadas essas rodovias
e o salário dos multadores, policiais ou fiscais que ao fim são os
arrecadadores para manter a estrutura de incompetência.
O cidadão não pode aceitar um excesso de leis que
servem unicamente para prendê-lo como em teus de aranha. Deve exigir do governo
que faça sua parte que depois o povo fará a dele. Não pode aceitar leis que
regulamente ou interfiram na sua vida.
Enfim para entender tudo: governo somos nós. E tudo
que não queremos o governo e outras autoridades não estão autorizadas por nós a
fazer.
A melhor atitude é exigir no seu dia a dia um melhor
governo, uma melhor administração, uma melhor utilização do dinheiro público e
começar a reclamar e não somente resmungar, fiscalizar e quando possível
denunciar para nossa melhoria no mundo.
v Único limite da
liberdade de expressão: a lei
Mesmo
em países democráticos, ninguém tem o direito de insultar pessoas. Porém, é
inexistente o dever de respeitar ideias. As charges do Charles Hebdo criticavam
religiões, que são conjuntos de pensamentos e ideais, então eles não deviam, de
maneira alguma, serem punidos por isso.
O
único limite da liberdade é a lei. Ideias racistas ou homofóbicas, por exemplo,
não podem ser defendidas utilizando essa liberdade como justificativa. Os
autores das charges não infringiram nenhuma lei.
O
exercício de qualquer é livre desde que sejam atendidas as qualificações profissionais,
assim entendidas como as condições de capacidade técnica, que a lei
estabelecer. Isso não impede, por outro lado, que a lei ou contrato,
regulamentem o direito da liberdade, expandindo-lhe a eficácia. Mas a
regulamentação não pode aniquilar a liberdade, sob pena de tornar a essência do
direito ilusório.
Lei
é toda relação necessária de ordem causal ou funcional estabelecida entre dois
ou mais fatos segundo a natureza que lhes é própria. A lei é forma de que se
reveste a norma ou um conjunto de normas dentro do ordenamento.
Liberdade,
em filosofia, designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de
servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser
humano. De maneira positiva, liberdade é
autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição
dos comportamentos humanos voluntários.
Não
se trata de um conceito abstrato. É necessário observar que filósofos como
Sartre e Schopenhauer, buscam, em seus escritos, atribuir esta qualidade ao ser
humano livre. Não se trata de uma separação entre a liberdade e o homem, mas
sim de uma sinergia entre ambos para a auto-afirmação do ego e sua existência.
E na equação entre liberdade e vontade, observa-se que o querer ser livre
torna-se a força-motriz e o instrumento para a liberação do homem.
v
Liberdade:
Liberdade
é o estado no qual se supõe estar livre de limitações ou coação, sempre que se
tratar de agir de maneira lícita, de acordo com princípios éticos e legais
cristalizados dentro da sociedade.
Outro
importante conceito é o Direito, para o qual citamos que o ser humano é
eminentemente social e vivendo desta forma, suas atitudes interferem na vida de
outros homens. Para que esta interferência tivesse um caráter construtivo, foi
necessário criar-se algumas regras que preservassem a paz nesse contexto,
assim, de forma escrita ou não, algumas normas de comportamento foram
formando-se ao longo do tempo tornando-se hoje um grupo de regras as quais
chamamos de Direito.
Nesse
aspecto, o direito á liberdade é citado nas mais diversas formas, sempre
considerando o indivíduo como parte de um grupo no qual influi e do qual recebe
influência, ou seja, torna-se necessário á vida em sociedade a definição de
regras claras, escritas ou não, para um convívio harmonioso entre as pessoas.
v Democracia:
Embora
quase todos os países democráticos sofram com governos inchados, excesso de
regulamentação, altos impostos e uma enorme dívida pública, poucas pessoas
conseguem vislumbrar a relação causal entre estes problemas e o próprio sistema
democrático. Para a maioria, a solução para estes problemas é mais democracia,
e não menos.
Muitos
ainda acreditam que a democracia corresponde á prosperidade, igualdade,
justiça, união e liberdade. Mas não há evidência de nada disso. A democracia se
apoia em três princípios fundamentais: você tem o direito de votar, você tem o
direito a concorrer a um cargo público e a maioria decide. E só. Em nenhum
lugar está escrito, por exemplo, que a democracia garante direito á liberdade
de expressão, um direito que muitas pessoas associam á democracia. Nem há
qualquer explicação lógica que mostre por que a democracia tende a gerar
prosperidade.
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