A filosofia medieval é a junção entre o conhecimento racional e grande parte de conceitos religiosos. Ela durou dos séculos V e XV. As principais características desta filosofia eram: Relação entre razão e fé; existência e natureza de Deus; fronteiras entre o conhecimento e a liberdade humana; Individualização das substâncias divisíveis e indivisíveis. individualização das substâncias divisíveis e indivisíveis.
Essa filosofia passou por uma evolução, divididas em varias etapas, como por exemplo: patrística; escolástica.
A Patrística foi á etapa referente á conciliação entre fé e a razão.
A Escolástica foi um movimento que pretendia usar os conhecimentos greco-romanos para entender e explicar as revelações religiosas.
Algumas das principais obras filosóficas da época foram;
Cidade de Deus (Santo Agostinho)
Confissões (Santo Agostinho)
Suma Teológica (São Tomás de Aquino)
Santo Agostinho: nasceu em Tagaste e faleceu em Hipona, era professor de retórica em escolas romanas. Acreditava que a alma teria sido criada por Deus para reinar sobre o corpo e o pecador utilizando-se do livre-arbítrio fazendo o corpo assumir a alma.
Agostinho também discutiu a diferença entre fé e a razão, afirmando que a fé nos faz crer em coisas que nem sempre entendemos pela razão “Creio tudo o que entendo, mas nem tudo que creio também entendo. Tudo que compreendo conheço, mas nem tudo que creio conheço”.
São Tomás de Aquino: nasceu em Napoles e foi considerado um dos maiores filósofos da escolástica medieval. Tomas de
Aquino enfatizou a importância da realidade sensorial. Ressaltou uma série de princípios básicos :
Princípio da não contradição: o ser é ou não é. Não existe nada que possa ser e não ser ao mesmo tempo e sob o mesmo ponto de vista.
Princípio da substância: na existência dos seres podemos distinguir a substância do acidente.
Princípio da causa eficiente: todos os seres que captamos pelos sentidos são contingentes. O ser contingente depende de outro ser que representa sua causa eficiente, chamado de de ser necessário.
Princípio da finalidade: todo ser contingente existe em função de uma finalidade.
Princípio do ato e da potência: o ato representa a existência atual do ser, e a potencia representa a capacidade real do ser.
Componentes: João Ferronato, Joel Sperafico, Leonardo Frizzo, Leonardo Gonçalves, Michael Deconto.
Filosofia
medieval
Dentre os
filósofos da Filosofia medieval, destacam-se: São Tomas de Aquino e Santo
Agostinho.
Santo
Agostinho nasceu na região norte da África em 354 e morreu em 430. Era filho de
mãe que seguia o cristianismo, porém seu pai era pagão. Logo, em sua formação,
teve importante influência do maniqueísmo (sistema religioso que une elementos
cristãos e pagãos).
São Tomás
de Aquino nasceu na Itália e buscou utilizar a filosofia grecolatina clássica
(principalmente de Aristóteles) para compreender a revelação religiosa do
cristianismo.
A filosofia medieval foi
um período que se desenvolveu durante a Idade Média. Uma das características deste período era o domínio da Igreja Romana
sobre a Europa. Uma das principais preocupações dos filósofos medievais foi a
de fornecer argumentações racionais, espelhadas nas contribuições dos gregos,
para justificar as chamadas verdades reveladas da Igreja, tais como a da
existência de Deus, a imortalidade da alma.
Outro
fator de importância durante esse período foi que essa filosofia foi encinada
em escolas, essa ficou conhecida com escolástica, que foi defendida por São
Tomas de Aquino, e foi um pensamento que dominou o ensino entre os anos de 1100
a 1500 d.C. Conhecido como disputa, isso consistia em apresentar uma
tese, que seria defendida ou não com base em argumentos encontrados na Bíblia.
Já a
filosofia patrística que o Santo Agostinho defendia, foi a filosofia elaborada
pelos Padres da Igreja. O Período Patrístico é compreendido desde o século I
d.C. até o século VIII d.C., com a realização do Segundo Concílio de Nicéia.
Durante esse período, muitas perseguições e heresias surgiram e ameaçaram o
Cristianismo, mas graças aos esforços empreendidos por diversos cristãos, de
homens simples e figuras anônimas a grandes bispos e teólogos, a fé cristã não
apenas triunfou sobre os perseguidores como também afastou o perigo de ser
contaminada com o veneno das heresias.
Victor Czys
A filosofia
Medieval
A Filosofia
medieval é o período que vai do século VIII ao século XIV. Durantes todos esses
anos, houve diversos pensadores árabes, europeus e também judeus.
Assim como a filosofia antiga, a
filosofia medieval possuía suas características próprias:
·
A relação entre a razão e a fé;
·
A existência e a natureza de Deus;
·
Fronteiras entre o conhecimento e a liberdade
humana;
·
Individualização das substâncias divisíveis e
indivisíveis.
Patrística
O período patrístico, durou do século I d.C. à VII d.C, que ficou caracterizado pelos esforços dos
apóstolos João e Paulo, e dos primeiros Padres da igreja para fazer uma ligação
entre a nova religião e o pensamento filosófico da época, que tinha o
pensamento greco-romano em linha de frente.
Escolástica
Do século IX ao século XVI
aconteceu o movimento que tinha como interesse entender e explicar a
religiosidade cristã por meio das ideias dos filósofos gregos, Platão e do Aristóteles.
Santo Agostinho
Aurélio Agostinho, o Santo Agostinho de
Hipona foi um importante bispo cristão, e teólogo. Nasceu na região norte da
África em 354 e morreu em 430. Era filho de mãe que seguia o cristianismo,
porém seu pai era pagão. Logo, em sua formação, teve importante influência do
maniqueísmo.
São Tomás de Aquino
São Tomás de Aquino foi um
importante teólogo, filósofo e padre dominicano do século XIII. Foi declarado
santo pelo papa João XXII em 18 de julho de 1323. É considerado um dos
principais representantes da escolástica (linha filosófica medieval de base
cristã). Foi o fundador da escola tomista de filosofia e teologia.
Componentes:
Barbara Ribeiro, Milena Soccol de Marco, Raíssa Ocampos, Sirlene Dreon
Turma:
24mp
Filosofia
medieval
Foi uma
nova estruturação da vida social europeia, onde a Igreja Católica teve uma
grande participação nesse período. As características é a fé e a razão, onde podemos
destacar os principais filósofos que são:
Ø São Tomas de Aquino:
argumentava para defender o cristianismo, com o intuito de explicar os
principais aspectos da fé cristã. Seus princípios eram da não contradição, da
subsistência, da finalidade e do ato da potencia.
Ø São Agostinho: foi
um importante bispo cristão e teólogo, argumentava em favor da supremacia do
espirito sobre o corpo. Para ele a alma foi criada por Deus para reinar sobre o
corpo. Discutia sobre a fé cristã e a razão, afirmando que a fé nos faz crer em
coisas que nem sempre entendemos pela razão.
“Creio
tudo o que entendo, mas tudo que creio também entendo. Tudo o que compreendo
conheço, mas nem tudo que tenho conheço.” ( Santo Agostinho, De magistro).
Patrística:
Com
o desenvolvimento do cristianismo foi importante explicar preceitos às
autoridades romanas em geral, de forma convincente e mediante ao trabalho de
pregação e conquista espiritual.
Os
primeiros padres da igreja elaboraram diversos textos sobre a fé e a revelação
cristã, através destes textos ficou conhecida como patrística. Uma das
principais correntes para a filosofia patrística é inspirada na filosofia
greco-romana onde buscou a conciliação entre o cristianismo e o pensamento
pagão.
Escolástica:
Era a filosofia ensinada nas
escolas pelos chamados escolásticos, onde aprendiam matérias como: gramatica,
retorica, dialética, geometria, astronomia e música, todas submetidas à
teologia.
Nas
escolas que surgiam uma produção filosófico-teológica denominada escolástica.
Nesse período a busca era de harmonização entre a fé cristã e a razão,
manteve-se como problema básico de especulação filosófico.
Camila Z, Gabriel C, Maria T e Natiele S.
A
filosofia medieval se desenvolveu na Europa durante a Idade Média, neste período
sofreu grande influencia de ideias cristãs.
Durante
guerras ideológicas entre igreja e pensadores criou-se um movimento que buscava
a união de pensamentos religiosos e filosóficos. A filosofia neste momento
tornou-se submissa à Igreja Católica, tudo oque era antes observado apenas por
filósofos agora passou a ser estudado, principalmente, por teólogos.
Segundo
o filosofo Agostinho o conhecimento verdadeiro seria provindo de Deus,
acreditava ele também que a vida de todo o ser humano seria traçada
anteriormente por Deus, onde tudo é devidamente predestinado.
O
Tomismo, filosofia criada por São Tomás de Aquino, é marcado fortemente por pensamentos
aristotélicos, platônicos e de Santo Agostinho. Caracterizado por unir o
pensamento lógico e racional de origem aristotélica com a fé cristã. De acordo
com São Tomás de Aquino a teologia é uma ciência extrema e a filosofia é apenas
uma auxiliar, cabendo á elas demonstrar a existência divina em plena harmonia
com a razão, entrando em conflito apenas quando a razão tenta explicar o
mistério religioso sem a utilização dos recursos da fé cristã.
Caroline, Clarissa, Julia e
Leticia.
Filosofia Medieval
A Filosofia Medieval se
desenvolveu na Europa durante a Idade Media. Pelo período ser predominado pela
igreja católica, os termos religiosos predominaram a filosofia.
Tinha como as principais
características a relação entre a razão e a fé, existência de Deus e fronteiras
entre o conhecimento e a liberdade humana.
A Filosofia Medieval se
divide em duas linhas, a escolástica e a patrística.
·
Escolástica: uma linha dentro da filosofia
medieval, de acentos cristãos, que deve o seu nome às artes ensinadas na altura
pelos escolásticos nas Escolas medievais. Teve como principal nome o teólogo
italiano São Tomás de Aquino.
·
Patrística: nome dado à filosofia cristã dos
primeiros séculos, elaborada pelos padres da Igreja, que são os primeiros
estudiosos da Escritura e os mais antigos testemunhos da fé.
Douglas Dors
Filosofia Medieval
A
filosofia medieval foi o período em que a religião e a razão combatiam-se entre
si. A igreja fazia com que as pessoas acreditassem que Deus existia e que tudo
de mal ocorrido no mundo era por insatisfação de Deus. Os filósofos buscavam
conhecimento através da razão, muitas vezes chegando a conclusões que contrariavam
a doutrina da Igreja.
São
Tomás de Aquino foi um frade dominicano e um sacerdote italiano. Foi autor de
obras como Scriptum super sententiis e
Summa contra gentiles. É bastante
venerado na filosofia escolástica, sendo que sua obra Summa Theologica é vista como maior exemplo da escolástica. Escolástica
é um método de pensamento que foi bastante popular em universidades europeias
entre 1100 e 1500. Baseia-se na tentativa de conciliar a fé com a razão.
Santo
Agostinho foi o mais importante filosofo e teólogo do inicio do cristianismo,
ele era conhecido como bispo de Hipona, uma província romana. Era considerado o
padre mais importante da igreja ocidental, suas principais obras foram, a “A
cidade de Deus” e “Confissões”, que ainda são muito conhecidas hoje em dia.
Suas obras influenciaram o pensamento teológico da Igreja na Idade Média. Ele
defendia que a coisa mais importante era ter fé em Jesus Cristo.
Devido
á perseguição de infiéis da Igreja na Idade Média a fé ganhou fama de ser
contra a filosofia e diferentes maneiras de pensamento nesse período,
perseguindo vários filósofos que contrariavam sua doutrina. Mesmo com a
perseguição da Igreja, houveram numerosos pensadores medievais famosos que
seguiam a doutrina católica.
Andrei,
Eduardo, Felipe e Ítalo
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