Capítulo
5 – O mundo
Por:
Ana Caroline Ribeiro e Luana Bubanz
Cosmos
ou cosmologia:
Cosmo é o universo em seu todo, é o conjunto de tudo que
existe. Os primeiros filósofos gregos dedicaram-se a investigar diretamente o
mundo físico e a construir uma cosmologia, ou seja, uma explicação sobre a
origem, formação e principais características do cosmos. A investigação
empreendida caracterizou-se pela busca da arché (realidade primeira que deu
origem a tudo que existe).
Mecanicismo:
Com Isaac Newton floresceu a revolução do pensamento no
campo da investigação da natureza. O mundo passou a ser visto como ima grande
máquina. Entre as principais características desse mecanismo estariam à uniformidade e a simplicidade. Em outras palavras, deve-se preferir a explicação
mais simples em lugar de uma mais complexa.
Monismo,
dualismo e pluralismo:
Monismo: considera que tudo o que existe pode ser
reduzido a um princípio único ou realidade fundamental. Tendem a compor grandes
sistemas, em que todas as esferas da existência estariam interligadas pelo
principio fundamental.
Dualismo: defende a existência de dois princípios
primeiros no universo, irredutíveis entre si. Geralmente o termo refere-se a
contraposição mente-corpo, espírito-matéria.
Pluralismo: concebe o universo composto de uma
multiplicidade de entidades ou substâncias individuais e independentes. As
explicações pluralistas tendem a compor cenários mais abertos, incompletos e
indeterminados da realidade.
Materialismo:
Concebe a
matéria como realidade primeira e fundamental de tudo o que existe, sendo
possível através dela, explicar fenômenos naturais e mentais, até mesmo
sociais. Hobbes concordava que pensar era uma evidência de que algo existia,
mas existia como corpo.
Idealismo:
Concebe o
pensamento, a ideia ou algum principio imaterial como realidade primeira e
fundamentada de tudo o que existe, ou como realidade independente e distinta da
matéria, mas tendo precedência sobre esta.
Realismo:
Considera a
natureza como realidade única e, consequentemente, o ser humano como um ser
natural que não necessita de nada além de sua natureza física para ser
explicado.
A cosmologia estuda a evolução do universo estudada pelos
pré-socráticos. Suas principais características são a explicação da origem e
transformação da natureza através de mitos e divindades por explicações
racionais que defende a criação do mundo a partir de um princípio natural e que
a natureza cria seres mortais a partir de sua imortalidade.
O mecanicismo é uma doutrina a qual toda a realidade, ou pelo menos toda a realidade
natural, tem uma estrutura comparável à de uma máquina, entende que a natureza a partir de sua submissão aos
processos mecânicos é composta de peças ligadas entre si que funcionam de forma
regular e podem ser reduzidas as leis da mecânica. Um dos grandes defensores do mecanicismo foi o filósofo francês Descarte
(1596-1656).
A doutrina monista acredita que tudo poder ser simplificado ao um único
fundamento. Assim também é a doutrina
dualista que tem como principais fundamentos duas teorias, que não podem se contrapuser.
Por fim, na doutrina pluralista, há uma diversidade de teorias com cenários
mais abertos e indeterminados da realidade.
Materialismo
é a corrente de pensamento que afirma a precedência da matéria sobre o espírito ou a mente, e que
constitui a base de várias escolas filosóficas, desde os antigos gregos até a
época atual ou no pensamento marxista, aquilo que é necessário à sobrevivência do homem em sociedade
(alimentação, moradia, trabalho etc.) e que fundamenta a estrutura econômica da
sociedade organizada.
O Idealismo se concentra no raciocínio e na maneira pela qual
a pessoa pode trazer à tona o conhecimento que tem dentro de si. Segundo
Platão, o mundo existe somente na
mente das pessoas e está verdade definitiva reside em uma consistência de ideias. Portanto, quanto
mais perfeitas tornam-se nossas ideias, melhor podemos servir ao mundo. O
realismo é o oposto ao idealismo, ou seja, a única realidade é o mundo
material, o estudo do mundo exterior é o único meio confiável de encontrar a
verdade; o mundo é um fenômeno objetivo ao qual a nossa mente precisa aderir. Se divide em duas
modalidades: realismo crítico e ingênuo, constituindo este último a
atitude específica do senso comum enquanto que a primeira forma
resulta de uma atitude que assenta em considerações de natureza
crítica do conhecimento.
Vitória, Valeska, Gabriel B., Raquel, Eduarda e Fernanda
Cosmo é um termo que designa
o universo em seu conjunto, toda
a estrutura universal, desde o microcosmo ao macrocosmo o cosmo é a
totalidade de todas as coisas deste universo ordenado,
desde as estrelas, até as partículas subatômicas.
O mecanicismo é
defendido pelo deísmo, que sustenta que o
universo é um mecanismo, o qual pressupõe a existência um ser superior não
mecânico (Deus).
Monismo é o nome dado às
teorias filosóficas que defendem a unidade
da realidade como um todo. Por oposição
ao dualismo ou ao pluralismo, à afirmação de realidades
separadas, as raízes do monismo na filosofia ocidental estão nos filósofos pré-socráticos, como Zenão de Eleia, Parmênides.
Dualismo é uma concepção filosófica ou teológica do mundo baseada na presença
de dois princípios ou
duas substâncias ou duas realidades opostas. É dualista
por excelência qualquer explicação metafísica do
universo que suponha a existência de dois princípios ou realidades não
subordináveis e irredutíveis entre si.
Pluralismo é um conceito que defende a
ideia de que a diversidade social e política são benéficas para a sociedade e
que os grupos sociais, sejam religiosos, profissionais ou de minorias étnicas,
devem desfrutar de autonomia, o pluralismo asseguraria assim que o poder nas
democracias liberais fosse exercido de forma distribuída devido à pressão de
uma variedade de grupos com diferentes interesses ideológicos e econômicos evitando
assim a dominação por uma elite e a formação de oligarquias.
Materialismo é o tipo de fisicalismo que
sustenta que a única coisa da qual se pode afirmar a existência é a matéria;
que, fundamentalmente, todas as coisas são compostas de matéria e todos os
fenômenos são o resultado de interações materiais; que a matéria é a única substância.
Idealismo é a qualidade do que é ideal
é a representação das
coisas sob a forma ideal é a propensão ou inclinação do
espírito para o devaneio, para o ideal.
Realismo surge em meio ao fracasso da Revolução Francesa e de seus
ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Uma realidade oposta ao que a
sociedade tinha vivido até aquele momento surgia com o progresso tecnológico: o
avanço da energia elétrica, as novas máquinas que facilitavam a vida, como o
carro, por exemplo. Entre as correntes filosóficas, destacam-se o positivismo,
o determinismo, o evolucionismo e o marxismo.
Leonardo, Lucas, Vitor e Gabriel R.
Cosmologia
A
cosmologia é a ciência que estuda o nascimento, o progresso e a disposição
estrutural do Universo.
Ptolomeu e Nicolau Copérnico fora os pioneiros da
Cosmologia, elaborando as primeiras teorias deste campo.
O primeiro acreditava que as esferas
que se avistam no céu tinham seus movimentos submetidos às leis naturais,
defendia que a Terra era esférica, não plana, como afirmavam as antigas
civilizações, e postulava a harmonia dos mundos.
Já Copérnico oferecia à Humanidade um sistema
no qual os planetas desenvolviam órbitas circulares em volta do Sol. Esta visão
foi transformada por Johannes Kepler, que substituía esta circularidade por
trajetórias elípticas. Neste período, muitos preservavam a crença na teoria
geocêntrica, defendida pelos aristotélicos, segundo a qual nosso Planeta era considerado
o Centro do Universo.
Antes deste ponto de vista científico
sobre o Universo, os antigos aliavam o exame das esferas celestes à versão
religiosa, imprimindo esta interpretação na arte rupestre, desenvolvida pelos homens primitivos. Para eles, as
estrelas eram luzes imóveis em um céu móvel. Muitas destas crenças, como as que
postulavam o renascer diário do Sol, que morria sempre que a noite caía, deram
origem a várias religiões na Antiguidade.
Cosmologia é a Ciência que estuda a
estrutura, evolução e composição do universo. Ciência é o método científico
para criar e testar modelos; estrutura é o problema da forma e da organização
da matéria no universo; evolução são as diferentes fases pelas quais o universo
passou; composição é daquilo que é feito o universo.
A Cosmologia muitas vezes é confundida
com a Astrofísica, confusão que é causada porque ambas as ciências seguem
caminhos paralelos, mas não iguais. A Cosmologia é associada a outros ramos da
ciência como a Informática e a Eletrônica.
Laura, Talia Silveira e Franciele
Lagunaz
Componentes: Gabriele Geleinski, Fenny Chou, Pâmela Pause.
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è Cosmo: é um termo que significa o universo em seu conjunto, é toda a estrutura universal, desde o microcosmo ao macrocosmo.
O cosmo é a totalidade de todas as coisas deste Universo ordenado, desde as estrelas, até as partículas subatômicas.
à Mecanismo: É a teoria filosófica segundo a qual todos os corpos se explicam através e somente através de dois princípios: a matéria homogênea e o movimento local. Concebida a matéria como inerte, um dos problemas da teoria é o de explicar como nela se instala o movimento.
àMonismo: remetem todas as coisas somente à matéria ou somente à alma. O monismo se divide, portanto, em monismo "materialista" (tudo pode ser reduzido à matéria) e monismo "idealista" (tudo pode ser reduzido à alma).
àDualismo é uma concepção filosófica ou teológica do mundo baseada na presença de dois princípios ou duas substâncias ou duas realidades opostas. É dualista por excelência qualquer explicação metafísica do universo que suponha a existência de dois princípios ou realidades não subordináveis e irredutíveis entre si.
àPluralismo: O pluralismo asseguraria assim que o poder nas democracias liberais fosse exercido de forma distribuída devido à pressão de uma variedade de grupos.
àMaterialismo: é o que as pessoas entendem onde tudo é matéria, e, além disso, tem uma vida voltada para os seus bens materiais. Os adeptos são chamados de Materialistas.
à Mecanismo: É a teoria filosófica segundo a qual todos os corpos se explicam através e somente através de dois princípios: a matéria homogênea e o movimento local. Concebida a matéria como inerte, um dos problemas da teoria é o de explicar como nela se instala o movimento.
àMonismo: remetem todas as coisas somente à matéria ou somente à alma. O monismo se divide, portanto, em monismo "materialista" (tudo pode ser reduzido à matéria) e monismo "idealista" (tudo pode ser reduzido à alma).
àDualismo é uma concepção filosófica ou teológica do mundo baseada na presença de dois princípios ou duas substâncias ou duas realidades opostas. É dualista por excelência qualquer explicação metafísica do universo que suponha a existência de dois princípios ou realidades não subordináveis e irredutíveis entre si.
àPluralismo: O pluralismo asseguraria assim que o poder nas democracias liberais fosse exercido de forma distribuída devido à pressão de uma variedade de grupos.
àMaterialismo: é o que as pessoas entendem onde tudo é matéria, e, além disso, tem uma vida voltada para os seus bens materiais. Os adeptos são chamados de Materialistas.
à Realismo:
foi um movimento artístico e literário que surgiu nos meados do século XIX na
Europa França, em reação ao romantismo. Entre 1850 a 1900 esse movimento
predominou na França e depois se empalhou pela Europa e em vários continentes.
Os integrantes não aceitavam o Neoclassicismo e o
Romantismo, pois eles sentiam a necessidade de retratar a vida.
Componentes: Gabriele Geleinski, Fenny Chou, Pâmela Pause.
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O Mundo
Teoria unitária (monista) – proclama que há único
crime para autor e partícipe, ou seja, todos respondem pelo mesmo crime.
Teoria dualista – preconiza que há dois crimes: um praticado pelo autor; outro, pelo partícipe.
Teoria pluralista – estabelece que haverá tantos crimes quantos forem os participantes. Cada um deles responderá por um delito.
O CP adotou, como regra, a teoria unitária. Adotou-se, também, como exceção, as teorias dualista e pluralista.
O Código Penal Brasileiro adotou a teoria monista ou unitária que, para o professor Luiz Regis Prado seria uma teoria monista de forma “matizada ou temperada”.[1][15] De acordo com o professor Damásio, entretanto, apesar de o nosso Código Penal ter adotado a teoria monista ou unitária, existem exceções pluralísticas a essa regra. É o caso, por exemplo, do crime de corrupção ativa (art. 333 do CP) e passiva (art. 317 do CP); do falso testemunho (art. 342 do CP) e corrupção de testemunha (art. 343 do CP); o crime de aborto cometido pela gestante (art. 124 do CP) e aquele cometido por terceiro com o consentimento da gestante (art. 126 do CP); dentre outros.
Para a Teoria Monista ou Unitária, o Direito só se concretiza com a ação individualizadora da sentença.
Já para a Teoria Dualista a separação da atividade judiciária com a legislativa, sendo esta com a criação de preceitos para serem aplicados aos fatos concretos; enquanto aquela se limita em reconhecer tais preceitos para sua aplicação prática.
Para a concepção dualista o direito existe independente da atividade do intérprete, seja o juiz ou o participio
Teoria dualista – preconiza que há dois crimes: um praticado pelo autor; outro, pelo partícipe.
Teoria pluralista – estabelece que haverá tantos crimes quantos forem os participantes. Cada um deles responderá por um delito.
O CP adotou, como regra, a teoria unitária. Adotou-se, também, como exceção, as teorias dualista e pluralista.
O Código Penal Brasileiro adotou a teoria monista ou unitária que, para o professor Luiz Regis Prado seria uma teoria monista de forma “matizada ou temperada”.[1][15] De acordo com o professor Damásio, entretanto, apesar de o nosso Código Penal ter adotado a teoria monista ou unitária, existem exceções pluralísticas a essa regra. É o caso, por exemplo, do crime de corrupção ativa (art. 333 do CP) e passiva (art. 317 do CP); do falso testemunho (art. 342 do CP) e corrupção de testemunha (art. 343 do CP); o crime de aborto cometido pela gestante (art. 124 do CP) e aquele cometido por terceiro com o consentimento da gestante (art. 126 do CP); dentre outros.
Para a Teoria Monista ou Unitária, o Direito só se concretiza com a ação individualizadora da sentença.
Já para a Teoria Dualista a separação da atividade judiciária com a legislativa, sendo esta com a criação de preceitos para serem aplicados aos fatos concretos; enquanto aquela se limita em reconhecer tais preceitos para sua aplicação prática.
Para a concepção dualista o direito existe independente da atividade do intérprete, seja o juiz ou o participio
Em filosofia, materialismo é o tipo de fisicalismo que sustenta que a única coisa da qual se pode afirmar a
existência é a matéria; que, fundamentalmente, todas as coisas são compostas de
matéria e todos os fenômenos são o resultado de interações materiais; que a
matéria é a única substância.1 Como
teoria, o materialismo pertence à classe da ontologia monista.2 Assim, é diferente de teorias
ontológicas baseadas no dualismo ou pluralismo.2 Em termos de explicações da realidade
dos fenômenos, o materialismo está em franca oposição ao idealismo e ao metaficismo, deixando bem claro que o materialismo pode sim se
co-relacionar com o idealismo e vice-versa em alguns casos, mas o real oposto
da materialidade é mesmo o sentido da metafisicidade.1
O mecanicismo é uma teoria filosófica determinista segundo a qual todos os fenômenos se explicam pela
causalidade mecânica ou em analogia à causalidade mecânica (causalidade linear ou, instrumentalmente, como meio para uma causa final).
Em filosofia, o
mecanicismo é defendido pelo deísmo,
que sustenta que o universo é um mecanismo, o qual pressupõe a existência um
ser superior não-mecânico (Deus), assim como um relógio pressupõe a existência
do relojoeiro que o construiu.
O Idealismo se emergiu apenas com o advento da modernidade, uma vez que a posição central da subjetividade é
fundamental. Seu oposto é o materialismo.
Tendo suas origens a
partir da revolução filosófica iniciada por Descartes e o seu cogito, é nos pensadores alemães que o Idealismo está
em geral associado, desde Kant até Hegel, que seria
talvez o último grande idealista da modernidade. Muitos, ainda, acreditam que a
teoria das ideias de Platão é historicamente o primeiro dos idealismos, em que a
verdadeira realidade está no mundo das ideias, das formas inteligíveis, acessíveis
apenas à razão.
COSMOLOGIA
é o ramo da astronomia
que estuda a origem, estrutura e evolução do Universo a partir da aplicação de métodos científicos.
A Cosmologia muitas
vezes é confundida com a Astrofísica que é o ramo da Astronomia que estuda a estrutura e as propriedades dos objetos celestes e o universo como um todo através da Física teórica. A confusão ocorre porque ambas ciências sob alguns aspectos seguem caminhos paralelos, e muitas
vezes considerados redundantes, embora não o sejam.
REALISMO
Foi um
movimento artístico e literário surgido nas últimas décadas do século XIX na Europa, mais especificamente na França,
em reação ao Romantismo.1 Entre 1850 e 1900 o movimento cultural,
chamado Realismo, predominou na França e se estendeu pela Europa e outros
continentes. Os integrantes desse movimento repudiaram a artificialidade do Neoclassicismo e do Romantismo, pois sentiam a necessidade de retratar a vida, os problemas
e costumes das classes média e baixa não inspirada em modelos do passado. O
movimento manifestou-se também na escultura e, principalmente, na arquitetura.
Alexsandro
Nomes: Guilherme, William,
Rafaella, Larissa, Mônique.
Turma: 15 TP
Capítulo
5 – O Mundo
Cosmos:
Cosmos
é a reunião de todo o universo e seus elementos materiais, organizado de forma
organizada e concreta embasada em um caráter que relaciona a razão humana com o
surgimento de tudo o que conhecemos.
Cosmologia é o estudo do surgimento do cosmos (universo),
os assuntos presentes nessa ciência são imensamente vastos e complexos, não
seria diferente, pois nela se tenta chegar a respostas concretas para perguntas muitas vezes abstrusas.
Mecanismo:
Mecanismo é um complexo
sistemático que consiste na ordem em que o corpo realiza as funções necessárias
da vida, de certa forma comparando o corpo a uma maquina animada pela alma.
Monismo (único):
É
uma doutrina que tudo o que existe pode ser simplificado. Todas as esferas que
existem estão ligadas a um princípio principal.
Dualismo (duplo):
É
uma doutrina que defende dois princípios. O primeiro princípio é mente-corpo e
o segundo é espírito-matéria.
Pluralismo (múltiplos):
É
doutrina que concebe o universo composto por substâncias individuais e
independentes. As explicações tendem a compor cenários mais abertos,
incompletos ou indeterminados da realidade.
Materialismo:
É a
doutrina que concebe explicitamente a matéria, é fundamental de tudo o que
existe, sendo possível explicar fenômenos naturais, mentais e sociais.
Idealismo:
Doutrina
que concebe explicitamente, o pensamento a ideia ou alguns princípios
imateriais como realidade primeira e fundamental de tudo o que existe.
Realismo:
O realismo é a exposição fiel do mundo real,
ou seja e a contraposição de tudo o que é embelezado como o idealismo do
romantismo.
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