O
MUNDO
O mundo perante a Filosofia pode ser considerado a realidade, ou aquilo
que a constitui . Para um melhor entendimento do Mundo, existem conceitos que
explicam a diferenciação do mesmo, serão citados nesse alguns.
Cosmos, para os gregos está ligado
às ideias de ordem, harmonia e mesmo beleza. A ideia básica de cosmo é,
portanto, a de uma ordenação racional, uma ordem hierárquica, em que certos
elementos são mais básicos. É a racionalidade deste mundo que o torna
compreensível, ao entendimento humano. É porque há na concepção grega a
hipótese de uma correspondência entre a razão humana e a racionalidade do real
– o cosmo – que este real pode ser compreendido, pode-se tentar explicá-lo
teoricamente. Daí se origina o termo “cosmologia”, como explicação dos
processos e fenômenos naturais e como teoria geral sobre a natureza e o
funcionamento do universo. Existe também o Mecanicismo
que no sentido cartesiano, é a teoria filosófica segundo a qual os corpos se
explicam por dois princípios: a matéria homogênea e o movimento local. Sendo a
matéria definida como inerte, um dos problemas do mecanicismo seria explicar
como nela se instala o movimento, problema que remete à questão da causalidade.
Revelou-se nessa análise uma incompatibilidade entre a concepção mecanicista da
matéria e a ideia de causas finais.
Monismo pode ser entendido pela
natureza do ponto de vista da física, da matéria, sem a intervenção de um
componente espiritual. No monismo, tudo que observamos ao nosso redor, é
produto de interações físico-químicas. Esse cenário também inclui a vida. No
entanto, a diferença mas visível entre o dualismo e o monismo é que este último
generaliza certos princípios utilizados para se estudar um determinado
fenômeno, os quais necessariamente seguem os critérios do método
científico. Entende-se que o Monismo
anda junto com o Dualismo, que é
entendido por a atribuição de duas características importantes à matéria viva.
A matéria propriamente dita e o espírito, ou algo que defina a fração imaterial
e invisível que comporia o ser vivo. Na visão dualista, há também algo mais,
que promove e controla todas as manifestações do ser vivo e que lhe dá um
propósito. Somente quando o ser morre, o corpo se torna matéria. Porém, após a
morte, a alma ingressaria então em um plano sobrenatural, cuja estrutura varia
de acordo com as diversas crenças que interpretam a vida dualista. Em algumas,
o espírito passaria a habitar uma região perfeita e justa, livre dos problemas
do plano material. Em outras, o espírito seria reciclado e voltaria a “animar”
um organismo, semelhante ou não, àquele que morreu. De forma geral, o dualismo
também implica que tanto o Universo como todas as forças de vida tenham sido
criadas por uma entidade divina. Assim, é comum associar ao dualismo o conceito
do criacionismo, que nada mais é do que um ato ou evento no qual a matéria é
criada a partir do nada.
Além de tudo, existe o Pluralismo, que se define como
convivência com as diversidades, na filosofia é definido como uma posição
metafísica que considera que a totalidade do mundo é composta por realidades
independentes. O pluralismo teológico é a noção segundo a qual todas as
religiões são caminhos úteis para chegar a Deus. O cristianismo, o judaísmo e
as restantes religiões predominantes do mundo ocidental consideram que Deus é
um só apesar dos vários nomes que lhe possam ser atribuído e de se venerado de
maneiras diferentes. Cada religião, de qualquer forma, costuma considerar-se
como sendo a forma válida de estar perto de Deus.
E o Materialismo é considerado a atitude que as pessoas entendem que tudo é matéria e a vida é só bens materiais. Na filosofia é um jeito de falar que as condições concretas,
são suficientes para explicar todos os fenômenos que se apresentam à investigação, inclusive os fenômenos mentais, sociais e históricos.
E o Materialismo é considerado a atitude que as pessoas entendem que tudo é matéria e a vida é só bens materiais. Na filosofia é um jeito de falar que as condições concretas,
são suficientes para explicar todos os fenômenos que se apresentam à investigação, inclusive os fenômenos mentais, sociais e históricos.
Além de
todos esses outros citados á cima existe o Idealismo
que é o nome que se dá a todos os sistemas filosóficos que fazem da ideia a
principal meta, como para Platão o ideal se identifica com o bom. E por final,
mas não menos importante vem o Realismo,
que é uma doutrina filosófica que afirma a existência objetiva dos conceitos
universais. Para a Filosofia Moderna, o realismo é uma doutrina que sustenta
que os objetos captados pelos sentidos têm uma existência independente do
próprio objeto percebido.
"O mundo é tudo aquilo que é
o caso" - Ludwig Wittgenstein
DAVI SOMENZZI
EVELYN GONÇALVES
FRANCIELE REICHEMBACH
GUILHERME PORTELLA
PAULO CÉSAR
Cosmologia: dedicaram-se a investigar diretamente o mundo físico, a
natureza, e a construir uma cosmologia, uma explicação sobre a origem, formação
de principais características do cosmos. A nova tendência era buscar argumentos
baseado na observação do mundo natural e do uso da razão para formar um sistema
coerente de concepções.
Mecanismo: O mundo passou a ser visto como uma grande maquina cujas
partes poderiam ser conhecidas por meio da observação, da elaboração de
hipóteses da realização de experiências para confirma-la.
Guilherme de Ockhm resume da seguinte frase: é tolice fazer com mais
oque se pode fazer com menos.
Monismo: doutrina que considera que tudo o que existe pode ser
reduzido a um principio único ou realidade fundamental. As explicações monistas
tendem a compor grandes sistemas, em que todas as esferas da existência
estariam interligadas pelo principio fundamental.
Dualismo: defende a existência de dois princípios no universo,
irredutíveis entre si.
Pluralismo: concede o universo composto de uma multiplicidade de
entidades ou substâncias individuais e independentes, opondo-se principalmente
a ideia de realidade fundamental única do monismo. As explicações pluralistas
compõem cenário mais abertos, incompletos ou indeterminados da realidade.
Materialismo: concebe implícita, a matéria como realidade
primeira e fundamental de tudo que existe, a partir dela é possível explicar
fenômenos naturais e mentais. O materialismo moderno serve- se com frequência
do mecanicismo, da noção de que os fenômenos se explicam por um conjunto de
causas mecânicas, que envolvem força e movimento.
Idealismo: o pensamento, a ideia ou algum principio imaterial como
realidade primeira e fundamental de tudo que existe ou como realidade
independente e distinta da matéria, mas tendo precedência sobre esta. Pode-se
qualificar como espiritualista ou imaterialista.
Realismo: A sociedade se dividia
entre a classe operária e a burguesia. Uma realidade oposta ao que a sociedade
tinha vivido até aquele momento surgia com o progresso tecnológico.
Contudo, o pensamento filosófico que exerce mais
influência no surgimento do Realismo é o Positivismo, o qual analisa a
realidade através das observações e das constatações racionais.
São características desse período: a reprodução da
realidade observada; a objetividade no compromisso com a verdade, personagens
baseadas em indivíduos comuns, as condições sociais e culturais das personagens
são expostas; lei da causalidade, linguagem de fácil entendimento;
contemporaneidade, e a preocupação em mostrar personagens nos aspectos reais,
até mesmo de miséria.
Natalia,Ane,Michele,Adam,Juliano.
Para
o dia Nascer Feliz Sem Preconceito!
O projeto “Para o Dia Nascer
Feliz Sem Preconceito” serve para assegurar que qualquer cidadão que sofrer
algum tipo de preconceito racial ou referente a sua opção sexual terá o amparo
da justiça e do grupo para de alguma forma “penalizar” o
indivíduo que praticou o ato. A ideia do projeto não é deixar o
indivíduo, ator do ato dividindo cela com outros presidiários, a ideia do
projeto é de alguma forma faze-los entender que perante as leis todos tem o
direito de ser respeitados, independente de cor, raça ou crença.
O projeto coíbe atos de
violência referente ao ator do ato. E proporciona ao ator do manifesto
palestras com pessoas que já sofreram esse tipo de preconceito.
A ideia do projeto é também
criar um grupo de apoio, para quem já sofreu algum tipo de preconceito e esteja
disposto a ajudar outras pessoas, criando assim uma corrente do bem.
Enquanto
a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.-
Bob Marley
Douglas
Demichei, Leonardo Silva e Verônica Peruzzo
Cosmos
Desde
tempos remotos, o ser humano sempre procurou saber qual a origem do cosmos, ou
seja, do universo ordenado. Os povos mais antigos defendiam que o universo
teria sido criado por criaturas mitológicas ou deuses primordiais. Mas, a
partir do século VII a.C., os primeiros filósofos gregos tentaram buscar uma
explicação lógica para o surgimento do cosmos, isto é, uma explicação que não
atribuísse a criação a seres sobrenaturais. Alguns desses pensadores defendiam
que a Terra era o centro, formando assim um universo geocêntrico. Na Idade
Média, muitos indivíduos concordavam com a ideia do universo geocêntrico, pois
essa ideologia se encaixava nos conceitos bíblicos. Já a partir do período
renascentista (séculos XV e XVI), com a física e a astronomia, Nicolau
Copérnico percebeu que o modelo geocêntrico era insuficiente para explicar
certos movimentos que ele observava. Então ele criou o modelo heliocêntrico,
que defendia que a Terra não era o centro de tudo. Com o helioc entrismo, abriram-se novas portas
para estudos e a teoria de que o universo é infinito (questão que se mantêm
aberta até hoje).
Mecanicismo
O
mecanicismo defende que todo o universo é um mecanismo gigante, assim como uma
grande máquina. A essência desse mecanismo gigante estaria na uniformidade e
simplicidade. Esse princípio é uma reelaboração da ideia de Guilherme de Ockham
(1280-1349) que defendia que se deve escolher a explicação mais simples do que
a mais complicada, pois a explicação simples pode abranger o maior número de
casos relacionados a determinado fenômeno.
Monismo,
dualismo e pluralismo
Ideia
monista: defende que tudo o que existe pode ser convertido em um único
princípio. As explicações monistas tendem a compor um sistema em que todas as
partes tenham uma ligação com a parte fundamental.
Ideia dualista: defende que tudo o
que existe pode ser reduzido em duas substâncias fundamentais que não podem
converter-se entre si, como por exemplo, a mente e o corpo ou o espírito e a
matéria.
Ideia pluralista: defende que o
universo tem várias substâncias individuais. As explicações pluralistas compõem
um cenário mais aberto que podem ser incompletos.
Materialismo
O materialismo
mecanicista, ideia da qual Thomas Hobbes era adepto, defendia que tudo que
existisse era material, ou seja, nada imaterial. Ele discordava de outros
filósofos como Descartes e Platão. Segundo ele, o espírito (compositor das
idéias) nada mais era do que a ação de alguns órgãos corporais. Quando algo
vindo do exterior nos afeta e agita os nossos sentidos, nosso corpo cria
sensações, e a partir dessas sensações formamos idéias que constituem o
conhecimento.
Idealismo
O filósofo alemão Friedrich Hegel
concebeu um pensamento idealista, ou seja, ele afirmava que a ideia ou o
espírito se identificavam com toda a realidade. Hegel dizia que tudo o que é
real é racional e tudo o que é racional é real.
Segundo ele, o mundo é a realização
progressiva de um espírito ou uma razão que estão presentes tanto no ser humano
como na natureza. Por isso, os fatos que ocorrem no mundo não são aleatórios,
mas sim o desdobramento da espiritualidade racional. Por isso o real é
racional. Ele também dizia que as ideias não são abstratas, como se costuma
pensar, mas elas fazem parte da substância do real, de tal forma que quanto
maior a racionalidade, maior a realidade. Por isso o racional é real.
Com essas afirmações, Hegel afirmava
que a racionalidade seria o fundamento de tudo.
Realismo
·
O
Real é racional:
Para Hegel a
realidade era entendida como um processo parecido, em certas partes, ao
pensamento. “Tudo que é real é racional, tudo que é racional é real”.
·
A
realidade possui racionalidade ou identifica-se com ela:
O mundo não é o reino
do acaso, onde os fatos dão de forma aleatória, mas sim o desdobramento do
logos. “O real é racional”. Pois tudo
que acontece no mundo tem uma razão ou sequência, tendo origem de fatos que
aconteceram anteriormente.
·
A
razão possui realidade ou identifica-se com ela:
Inversamente, se o
real é racional, a razão não seria apenas um processo abstrato no qual as
ideias seriam apenas suposições ou representações imaginarias do mundo. Quanto
maior a racionalidade mais elevada é a realidade. Para Hegel a realidade
identifica-se totalmente com a razão, e a racionalidade é o fundamento de tudo
que existe. O ser humano seria um exemplo de que o real também é racional, de
tal modo que também possui razão e racionalidade apesar de ser real.
Turma:13TP
Componentes:
Alessandro Arsego, Jonatan Piazzetta, Mateus Bündchen, Roberta Vicari, Saianne
Strada.
Metafísica
É buscar a realidade fundamental das coisas, sua essência.
Para Aristóteles, esse tipo de investigação foi definido como ciência do ser
enquanto ser. Experiência humana básica e necessária para nossa adaptação à
realidade, à vida, à existência.
O que é o ser
Ser é um termo
genérico usado para deferir a qualquer coisa que é, qualquer coisa que exista.
Primeiras cosmologias
Os primeiros
filósofos gregos iniciaram processo de ruptura com as explicações míticas e
antropomórficas do universo. Dedicaram-se a investigar diretamente o mundo
físico, a natureza e construir uma cosmologia, uma explicação sobre a origem,
formação e principais características do cosmos.
Metafisicas gregas
clássicas
Platão procurou
explicar a realidade concebendo a existência de dois mundos separados: o mundo
sensível, que é temporariamente ilusório; e o mundo inteligível, correspondente
as ideias, que é eterno e verdadeiro. Vem uma terceira realidade: o demiurgo,
uma espécie de grande construtor.
Noção de cosmos
Aristóteles também
concebeu um modelo de universo extremamente organizado e racional, no qual a
terra tinha lugar privilegiado, o centro, embora fosse também o de menos
perfeição. A menor seria a da terra, a maior a das estrelas fixas.
Dissolução dos Cosmos
Iniciou-se uma serie
de transformações nas sociedades europeias comumente relacionadas com a
construção de uma nova mentalidade, uma nova maneira de entender as coisas. O
movimento que acompanhou essas mudanças ficou conhecido como, renascimento. Foi
também nesse contexto que se assentaram os fundamentos da chamada ciência
moderna. Essa revolução espiritual esteve vinculada, em boa medida, à física e
à astronomia. Exigem em explicar a realidade concreta.
Mecanismo
Isaac newton
floresceu plenamente a revolução do pensamento no campo da investigação da
natureza, aliando-se de maneira definitiva a materialização da natureza à
experimentação. O mundo passou a ser visto como uma grande máquina cujas partes
poderiam ser conhecidas por meio da observação. Entre as principais
características desse mecanismo natural gigante estariam a uniformidade a
simplicidade.
Materialismo versus
idealismo
A estrutura e
organização da realidade foi formada por filósofos de todas as partes,
constituindo distintas visões do mundo. Realidade é a visão que as pessoas tem
do mundo sobre o que elas pensam, sentem e fazem. Materialista ou fisicalista
-Doutrina que concebe
explicitamente a matéria ou algum principio físico, sendo possível a partir
dela explicar fenômenos naturais e mentais.
-Idealista toda
doutrina que concebe explicitamente o pensamento, essa concepção também pode
ser qualificada como espiritualista ou materialista conforme o caso.
Monismo, dualismo e
pluralismo
Como nem todas as
teorias sobre o mundo advogaram a existência de apenas um principio
fundamental, elas também costumam ser divididas em três categorias:
- Monista: acredita
que tudo deriva de um único ser. Ex. Cristãos
- Dualista: defende a
existência de dois princípios fundamentais.
- Pluralista:
acredita que o mundo é composto por uma multiplicidade de etinidades ou
substancias individuais independentes.
Eric, Gabriela,
Felipe
Mecanicismo é a
maneira definitiva da materialização da natureza, com isso o mundo passou a ser
visto como uma grande máquina, cujas partes podiam ser interpretadas por meio
de observação, elaboração de hipóteses e da realização de experiências para
confirma-las.
Já
no principio da cosmologia os primeiros filosóficos
gregos iniciaram um processo de ruptura com as explicações míticas e
antropomórficas do universo. A nova tendência era buscar argumentos baseados na
observação do mundo natural e no uso da razão um sistema coerente de
concepções. Nas metafisicas gregas clássicas, onde Platão procurou explicar a
realidade concebendo a existência entre dois mundos separados, que são:
O
mundo sensível: correspondente à matéria que é temporário e
ilusório.
O
mundo inteligível: correspondente às ideias que é verdadeiro e
eterno.
Na Noção de cosmos, Aristóteles concebeu um
modelo de universo extremamente organizado e racional no qual a terra tinha um
lugar privilegiado, o centro, embora fosse também o de menor perfeição. A
esfera correspondente à lua dividiria o espaço em duas regiões: A região
terrestre Mundo sublunar, mutável e imperfeita, e a região celeste Mundo
supralunar, imutável e perfeita, onde abitariam os deuses.
Materialismo
explicava a estrutura e organização da realidade que foram formuladas por
filósofos de todas as partes constituindo distintas visões do mundo. Realidade
que as pessoas têm do mundo sobre o que elas pensam, sentem e fazem.
Materialista
ou Fisicalista – doutrina que concebe explicitamente a
matéria ou algum principio físico, sendo possível a partir dela explicar
fenômenos naturais e mentais.
Idealista –
toda doutrina que concebe explicitamente o pensamento, esta concepção também
pode ser qualificada como espiritualista ou materialista, conforme o caso.
Monismo,
Dualismo e Pluralismo.
Como nem todas as teorias,
provaram a existência de um único principio fundamental, costumamos
distingui-las em três categorias:
Monista:
idealizam que tudo que existe veio teve um princípio fundamental. Por exemplo,
para os cristãos tudo foi feito por Deus, para os cientistas tudo se formou em
volta de partículas de elementos químicos.
Dualista:
acredita que tudo é formado da contraposição: mente-corpo, espirito-matéria.
Platão costuma ser considerado dualista por conceber duas realidades distintas
e separadas: o mundo sensível e o mundo inteligível.
Pluralista: As
explicações pluralistas tendem a compor cenários mais abertos, incompletos ou
indeterminados da realidade. Por exemplo, os espiritas que acreditam que existe
uma realidade diferente, após a morte.
Luana
Pimmel
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