segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Reflexões sobre "Qual o caminho para a reconstrução de nós mesmos?" - Turma 23MP


Para reconstruir nós mesmos devemos descontruir a nossa forma de pensar, refletir sobre nossos ideais, rever nossas atitudes, assim procurando nos melhorar. A partir do zero podemos nos construir uma nova linha de pensamento, nos fazendo uma nova pessoa.


Guilherme Felix, Marlon Somacal e Otávio Fiel



Para a reconstrução é preciso desconstrução, para atingir a desconstrução é preciso repensar em alguns estereótipos criados pela sociedade e acabar com eles, se destruir para depois consertar os nossos erros, reeducar a sociedade para destruir as diferenças sociais e os preconceitos. Nós devemos ter conhecimento para entender a realidade.


Roberto, William



Aplaudido ou criticado, admirado ou desprezado,  a identidade no que diz respeito à chance de se ter acesso aos problemas centrais da vida e da própria existência, através de uma perspectiva em que o mundo deve ser tomado como significação.
relevante papel da avaliação que fazemos de nós mesmos, dos sentimentos que temos sobre a nossa própria imagem, afinal, é a partir de como nos vemos e como somos que conseguimos ser alguém no meio de tantas outras pessoas. Sem uma boa imagem de nós mesmos, parece que tudo ao nosso redor caminha lentamente, de modo quase aprisionado. Apesar de extrapolar o aspecto físico, relaciona-se também. Consciente ou inconscientemente, o modo como cada um sente, vivencia e acredita no seu interior, influenciam veementemente diversos aspectos da vida, creditar e gostar de si mesmo formam recursos fortalecedores na busca do equilíbrio e sucesso diário com a rotina individual. 



                                                                       Graziella de Souza Manara




O ser humano é muito complexo, evoluindo durante milhares de anos, absorvendo e deixando de lados conceitos, ideais que em uma época era sensato e em outra era completamente proibido. Depois de tanto tempo, hoje perguntamos o que poderíamos fazer para sermos melhores, qual o caminho para nos reconstruirmos?
Para começar a nossa mudança precisaríamos primeiramente nos decompor, ver quais os nossos pensamentos são bons, quais conceitos são os melhores, os nossos ideais, depois de vermos e chegarmos a um fator que não prejudique ninguém que nenhuma pessoa se sinta ofendida que todos possam se respeitar e se aceitar, juntaríamos tudo.
Só que esses conceitos novos de não preconceitos, não julgamentos, de não critica ao próximo, deveria começar nas escolas pois dificilmente conseguiríamos mudar as pessoas que já tem esse preconceito nelas, pois não nascemos odiando ninguém, nós aprendemos a odiar somos ensinados, e, se podemos ser ensinados a odiar podemos ser ensinados a aceitar e a amar.
E então depois de todo esse processo começaríamos a mudar e a reconstruir nós mesmos !

Gustavo Lobo, Jardel Pereira, William Leseux, Augusto Pereira  



Jacques Derrida dizia desconstrução na verdade seria abrir o pensamento, as formas de agir do ser humano, de fazê-lo voltar ao passado corrigir os erros, que a pessoa pode se remontar em vários conceitos que faz seguir esse caminho. Para pensar os erros que fez e muda-los, sofrer profundas transformações, e isso é tanto inevitável quanto necessário.
Os três filósofos já tinham um conceito que depois de desmontar uma pessoa tem que existir uma ótima construção que não faça a pessoa voltar para esse caminho.


Felipe Munari, Islena Gonçalves, Lucas Pavan, Marcos Bussolotto, Renan Portaluppi.




Cremos que o caminho para reconstrução de nós mesmos, primeiramente, seria descobrirmos quem realmente somos nós, não deixando  nos enganar pelas nossas falsas impressões do ego, o nosso falso centro. O autoconhecimento começa quando nos perguntamos quem realmente somos, e não mais lutando contra um inimigo exterior, porque a partir do autoconhecimento tomamos consciência que o próprio inimigo está dentro de cada um de nós, por isso é preciso lutar contra a causa e não contra os sintomas.
            A reconstrução do ser, consiste, geralmente, em viver quem somos e não quem queremos ser, vivendo a originalidade e não só uma copia de outro ser que não agregará valores pessoais ao próprio ser. Não é algo tão simples quanto pode vir a parecer, pois, estamos sendo constantemente manipulados de alguma forma, não como uma lavagem cerebral ou algo do tipo, porém, somos impostos de valores morais e consequentemente levados a acreditar em uma só verdade, vista por outros que tem interesses sobre o individuo inicial.


Bruno Leal e Vinícius Fraga Pinheiro



Para nós nos reconstruirmos é preciso abrir nossa mente com novas ideias que tenham algum valor, que nos façam sentido. Não devemos só pensar em fazer aquilo que queremos, temos que agir. Não apenas acreditar em algo porque os outros dizem que lhe convém, tem que ir atrás do que é melhor pra ti e formar tua opinião. Não devemos deixar para trás tudo que nos foi ensinado de bom, dar valor as coisas mais simples, levar os erros como experiência e se você cair, você tem que levantar mais forte.



Kamila Czys e Cristiane Tonus 



O caminho para reconstrução de nos mesmos é mudar por completo nossas opiniões. Acabar de vez com o preconceito e construir um novo modelo de vida. Desconstruir nosso egoísmo que veio com o tempo.
A reconstrução não deve ser baseada apenas por uma pessoa ou um grupo, mas sim devia ser iniciada por cada um, sua auto reconstrução, ou seja, não querer mudar todo mundo, mas sim a si mesmo. A nossa reconstrução não está em amar só o próximo, mas sim a si mesmo.
Repensar nas nossas atitudes, sem sermos influenciados pelos outros e termos a nossa opinião própria.

Raquel Meier e Ethiele Santana



Para um recomeço precisamos de uma “faxina” interior, para refletir e repensar nossas atitudes perante a sociedade e principalmente a nós mesmos. Precisamos também rever nossos conceitos, quebrar preconceitos e descriminações. Dando prioridade a nossa essência e principalmente respeitando o espaço do próximo. Precisamos conhecer a nós mesmos para mudar. Sendo assim construímos novos conceitos e ideias dando origem a este novo ser mais coerente e feliz consigo mesmo.


Andréia Wagner, Bruna Dal’ Castel, Fernanda Cigolini e Larissa Pena.







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