Para
reconstruir nós mesmos devemos descontruir a nossa forma de pensar, refletir
sobre nossos ideais, rever nossas atitudes, assim procurando nos melhorar. A
partir do zero podemos nos construir uma nova linha de pensamento, nos fazendo
uma nova pessoa.
Guilherme
Felix, Marlon Somacal e Otávio Fiel
Para a reconstrução é
preciso desconstrução, para atingir a desconstrução é preciso repensar em
alguns estereótipos criados pela sociedade e acabar com eles, se destruir para
depois consertar os nossos erros, reeducar a sociedade para destruir as diferenças
sociais e os preconceitos. Nós devemos ter conhecimento para entender a
realidade.
Roberto, William
Aplaudido ou criticado, admirado ou desprezado, a identidade no que diz respeito à chance de
se ter acesso aos problemas centrais da vida e da própria existência, através
de uma perspectiva em que o mundo deve ser tomado como significação.
O relevante papel da avaliação que fazemos de nós mesmos, dos
sentimentos que temos sobre a nossa própria imagem, afinal, é a partir de como
nos vemos e como somos que conseguimos ser alguém no meio de tantas outras
pessoas. Sem uma boa imagem de nós mesmos, parece que tudo ao nosso redor
caminha lentamente, de modo quase aprisionado. Apesar de extrapolar o
aspecto físico, relaciona-se também. Consciente ou inconscientemente, o modo
como cada um sente, vivencia e acredita no seu interior, influenciam
veementemente diversos aspectos da vida, creditar
e gostar de si mesmo formam recursos fortalecedores na busca do equilíbrio e
sucesso diário com a rotina individual.
Graziella de Souza Manara
O ser humano é muito
complexo, evoluindo durante milhares de anos, absorvendo e deixando de lados
conceitos, ideais que em uma época era sensato e em outra era completamente proibido.
Depois de tanto tempo, hoje perguntamos o que poderíamos fazer para sermos
melhores, qual o caminho para nos reconstruirmos?
Para começar a nossa mudança precisaríamos primeiramente nos decompor, ver quais os nossos pensamentos são bons, quais conceitos são os melhores, os nossos ideais, depois de vermos e chegarmos a um fator que não prejudique ninguém que nenhuma pessoa se sinta ofendida que todos possam se respeitar e se aceitar, juntaríamos tudo.
Só que esses conceitos novos de não preconceitos, não julgamentos, de não critica ao próximo, deveria começar nas escolas pois dificilmente conseguiríamos mudar as pessoas que já tem esse preconceito nelas, pois não nascemos odiando ninguém, nós aprendemos a odiar somos ensinados, e, se podemos ser ensinados a odiar podemos ser ensinados a aceitar e a amar.
E então depois de todo esse processo começaríamos a mudar e a reconstruir nós mesmos !
Gustavo Lobo, Jardel Pereira, William Leseux, Augusto Pereira
Para começar a nossa mudança precisaríamos primeiramente nos decompor, ver quais os nossos pensamentos são bons, quais conceitos são os melhores, os nossos ideais, depois de vermos e chegarmos a um fator que não prejudique ninguém que nenhuma pessoa se sinta ofendida que todos possam se respeitar e se aceitar, juntaríamos tudo.
Só que esses conceitos novos de não preconceitos, não julgamentos, de não critica ao próximo, deveria começar nas escolas pois dificilmente conseguiríamos mudar as pessoas que já tem esse preconceito nelas, pois não nascemos odiando ninguém, nós aprendemos a odiar somos ensinados, e, se podemos ser ensinados a odiar podemos ser ensinados a aceitar e a amar.
E então depois de todo esse processo começaríamos a mudar e a reconstruir nós mesmos !
Gustavo Lobo, Jardel Pereira, William Leseux, Augusto Pereira
Jacques
Derrida dizia desconstrução na verdade seria abrir o pensamento, as formas de agir
do ser humano, de fazê-lo voltar ao passado corrigir os erros, que a pessoa
pode se remontar em vários conceitos que faz seguir esse caminho. Para pensar
os erros que fez e muda-los, sofrer profundas transformações, e isso é tanto
inevitável quanto necessário.
Os
três filósofos já tinham um conceito que depois de desmontar uma pessoa tem que
existir uma ótima construção que não faça a pessoa voltar para esse caminho.
Felipe Munari, Islena
Gonçalves, Lucas Pavan, Marcos Bussolotto, Renan Portaluppi.
Cremos
que o caminho para reconstrução de nós mesmos, primeiramente, seria
descobrirmos quem realmente somos nós, não deixando nos enganar pelas nossas falsas impressões do
ego, o nosso falso centro. O autoconhecimento começa quando nos perguntamos
quem realmente somos, e não mais lutando contra um inimigo exterior, porque a
partir do autoconhecimento tomamos consciência que o próprio inimigo está
dentro de cada um de nós, por isso é preciso lutar contra a causa e não contra
os sintomas.
A reconstrução do ser, consiste, geralmente, em viver quem somos e não quem queremos ser, vivendo a originalidade e não só uma copia de outro ser que não agregará valores pessoais ao próprio ser. Não é algo tão simples quanto pode vir a parecer, pois, estamos sendo constantemente manipulados de alguma forma, não como uma lavagem cerebral ou algo do tipo, porém, somos impostos de valores morais e consequentemente levados a acreditar em uma só verdade, vista por outros que tem interesses sobre o individuo inicial.
A reconstrução do ser, consiste, geralmente, em viver quem somos e não quem queremos ser, vivendo a originalidade e não só uma copia de outro ser que não agregará valores pessoais ao próprio ser. Não é algo tão simples quanto pode vir a parecer, pois, estamos sendo constantemente manipulados de alguma forma, não como uma lavagem cerebral ou algo do tipo, porém, somos impostos de valores morais e consequentemente levados a acreditar em uma só verdade, vista por outros que tem interesses sobre o individuo inicial.
Bruno
Leal e Vinícius Fraga Pinheiro
Para nós nos reconstruirmos
é preciso abrir nossa mente com novas ideias que tenham algum valor, que nos
façam sentido. Não devemos só pensar em fazer aquilo que queremos, temos que
agir. Não apenas acreditar em algo porque os outros dizem que lhe convém, tem
que ir atrás do que é melhor pra ti e formar tua opinião. Não devemos deixar
para trás tudo que nos foi ensinado de bom, dar valor as coisas mais simples, levar
os erros como experiência e se você cair, você tem que levantar mais forte.
Kamila Czys e Cristiane
Tonus
O caminho para reconstrução
de nos mesmos é mudar por completo nossas opiniões. Acabar de vez com o
preconceito e construir um novo modelo de vida. Desconstruir nosso egoísmo que
veio com o tempo.
A reconstrução não deve ser
baseada apenas por uma pessoa ou um grupo, mas sim devia ser iniciada por cada
um, sua auto reconstrução, ou seja, não querer mudar todo mundo, mas sim a si
mesmo. A nossa reconstrução não está em amar só o próximo, mas sim a si mesmo.
Repensar nas nossas
atitudes, sem sermos influenciados pelos outros e termos a nossa opinião
própria.
Raquel Meier e Ethiele
Santana
Para
um recomeço precisamos de uma “faxina” interior, para refletir e repensar
nossas atitudes perante a sociedade e principalmente a nós mesmos. Precisamos
também rever nossos conceitos, quebrar preconceitos e descriminações. Dando
prioridade a nossa essência e principalmente respeitando o espaço do próximo.
Precisamos conhecer a nós mesmos para mudar. Sendo assim construímos novos
conceitos e ideias dando origem a este novo ser mais coerente e feliz consigo
mesmo.
Andréia
Wagner, Bruna Dal’ Castel, Fernanda Cigolini e Larissa Pena.
Nenhum comentário:
Postar um comentário