terça-feira, 30 de setembro de 2014

Filosofia Medieval - Reflexões turma 22MP

Filosofia Medieval

INTRODUÇÃO:
Podemos chamar de Filosofia Medieval a filosofia que se desenvolveu na Europa durante a Idade Média (entre os séculos V e XV).

Características e principais questões debatidas e analisadas pelos filósofos medievais:

Relação entre razão e fé;
- Existência e natureza de Deus;
- Fronteiras entre o conhecimento e a liberdade humana;
- Individualização das substâncias divisíveis e indivisíveis.

Principais estágios da Filosofia Medieval:

- Transição para o Mundo Cristão (século V e VI):

- Muitos pensadores deste período defendiam que a fé não deveria ficar subordinada a razão.
- Porém, um importante filósofo cristão não seguiu este caminho. 
- Santo Agostinho de Hipona (354 – 430) buscou a razão para justificar as crenças.

- Escolástica (século IX ao XIV):

- Foi um movimento que pretendia usar os conhecimentos greco-romanos para entender e explicar a revelação religiosa do cristianismo.
- As ideias dos filósofos gregos Platão e Aristóteles adquirem grande importância nesta fase.
- No século XII, os conhecimentos passam a ser debatidos, armazenados e transmitidos de forma mais eficiente com o surgimento de várias universidades na Europa.

- Principais obras filosóficas da Idade Média:

- Cidade de Deus (Santo Agostinho)
- Confissões (Santo Agostinho)
- Suma Teológica (São Tomás de Aquino)

São Tomás De Aquino
Escreveu um opúsculo quando ainda era jovem;
Diz, o que cai imediatamente no alcance do saber humano é composto;
A essência de Deus é o seu próprio ser;
Santo Agostinho
Interessa-se pôr filosofia ao ler uma obra de Cícero;
De início ele recusava a ler a Bíblia, pôr considerá-la vulgar;

Foi professor de retórica em Cartago;

Hiago, Paulo, Gabriel e Guilherme / Bento Gonçalves - 2014





Filosofia medieval

  Características:

- Relação entre razão e fé ,  explicação e dogmas.
- Existência e natureza de Deus com um ser omnipotente
- Fronteiras entre o conhecimento e a liberdade humana, uma minoria buscava a razão para justificar a convicção, a crença.
- Individualização das substâncias divisíveis e indivisíveis.  ( átomos, moléculas)
Explicar fé e razão no pensamento medieval?

Período bastante influenciado pelo pensamento socrático e platônico. preocupou-se em discutir questões universais, nesse período que o pensamento cristão firma-se como "Filosofia Cristã", que mais tarde se torna [Teologia]. Também mais tarde pensadores deste período defendiam que a fé não deveria ficar subordinada a razão. Porém, um importante filósofo cristão não seguiu este caminho. Santo Agostinho de Hipona (354 – 430) buscou a razão para justificar as crenças. Foi ele quem desenvolveu a ideia da interioridade, ou seja, o homem é dotado da consciência moral e do livre arbítrio.
 São Tomas de Aquino:

Foi um frade dominicano e sacerdote italiano que cujas obras tiveram enorme influência na teologia e na filosofia, principalmente na tradição conhecida como escolasticismo (crítica) também foi o mais importante proponente clássico da teologia natural e o pai do tomismo. Sua influência no pensamento ocidental é considerável e muito da filosofia moderna foi concebida como desenvolvimento ou oposição de suas ideias, particularmente na ética, lei natural, metafísica e teoria política. Ao contrário de muitas correntes da Igreja na época, Tomás abraçou diversas ideias de Aristóteles. Tomás é venerado como santo pela Igreja Católica e é tido como o professor modelo para os que estudam para o sacerdócio por ter atingido a expressão máxima tanto da razão natural quanto da teologia especulativa.
São Agostino:
foi um dos mais importantes teólogos e filósofos dos primeiros anos do cristianismo 3 cujas obras foram muito influentes no desenvolvimento do cristianismo e filosofia ocidental. Agostinho desenvolveu uma abordagem original à filosofia e teologia, acomodando uma variedade de métodos e perspectivas de uma maneira até então desconhecida . Acreditando que a graça de Cristo era indispensável para a liberdade humana, ajudou a formular a doutrina do pecado original e deu contribuições seminais ao desenvolvimento da teoria da guerra justa.




Rhuan




Filosofia Medieval:

Desenvolveu-se na Europa, durante a Idade Média. E este período foi marcado por grande influência da Igreja Católica nas diversas áreas do conhecimento.
Um dos temas mais discutidos é a prova da existência de Deus e da alma. Era necessário comprovar a existência do criador e do espírito humano imortal.
As principais características são: A relação entre a razão e a fé; existência e natureza de Deus; fronteiras entre o conhecimento e liberdade humana e a individualização das substancias divisíveis e indivisíveis;
Razão e fé:
 O que vemos é que os principais temas estão relacionados a fé, o que prova o argumento da intervenção da igreja neste período da filosofia. Relacionar a fé, que é algo sem uma explicação lógica ou científica com a razão, que busca o entendimento das coisas, era uma forma que a igreja tinha de tentar explicar o que até ali não tinha explicação. A existência e a natureza de Deus para a filosofia era complexo, buscando formas de provar o que está sendo apresentado, agora era uma obrigação filosófica explicar a existência de Deus.
 São Tomás de Aquino:
Foi um importante teólogo, filósofo e padre dominicano do século XIII declarado santo pelo papa João XXII em 18 de julho de 1323, e é considerado um dos principais representantes da escolástica (linha filosófica medieval de base cristã). Foi o fundador da escola tomista de filosofia e teologia. Ele buscou utilizar a filosofia clássica (principalmente de Aristóteles) para compreender a revelação religiosa do cristianismo.
Sua obra máxima - é a das relações entre a ciência e a fé, a filosofia e a teologia. Fundada na revelação, a teologia é a ciência suprema, da qual a filosofia é serva ou auxiliar. À filosofia, procedendo de acordo com a razão, cabe demonstrar a existência e a natureza de Deus.
Santo Agostinho:
Importante bispo cristão e teólogo nasceu na região norte da África em 354 e morreu em 430. Era filho de mãe que seguia o cristianismo, porém seu pai era pagão.
Santo Agostinho analisava a vida levando em consideração a psicologia e o conhecimento da natureza. Porém, o conhecimento e as ideias eram de origem divina. Para ele, nada era mais importante do que a fé em Jesus e em Deus. A Bíblia, por exemplo, deveria ser analisada, levando-se em conta os conhecimentos naturais de cada época. Defendia também a predestinação, conceito teológico que afirma que a vida de todas as pessoas é traçada anteriormente por Deus.
As obras de Santo Agostinho influenciaram muito o pensamento teológico da Igreja Católica na Idade Média.
Principais ideias: Entre os assuntos encontrados na Filosofia medieval estão a hierarquia entre os seres existentes, o domínio de papas e bispos sobre reis e barões, separação e diferença entre espírito e corpo, fé e razão, Deus e homem.






Alunas: Aline, Ana Paula, Bruna, Gabriela e Emanuelle;



FILOSOFIA MEDIEVAL

Filosofia medieval foi uma época entre o século VIII ao século XIV. Nesse tempo praticamente tudo teria um envolvimento da igreja católica, tinham muitos tópicos que eram discutidos pelos filósofos da época relação entre razão e fé, existência e natureza de Deus, fronteiras entre o conhecimento e a liberdade humana e individualização das substâncias divisíveis e indivisíveis. No entanto aquela época muitos filósofos procuravam a razão da fé para intender as coisas, mas teve um filosofo que começou a procurar a razão para justificar as crenças.
Agostinho de Hipona conhecido universalmente como Santo Agostinho, foi um dos mais importantes teólogos e filósofos dos primeiros anos do cristianismo. Ele foi o filosofo que começou a entender a razão para justificar as crenças.

Arthur e Douglas





A Filosofia Medieval se desenvolveu na Europa durante a Idade Media. Os temas religiosos eram predominantes no campo filosófico. Foram desenvolvidas duas correntes filosóficas: a filosofia Patrística e a Escolástica.
A filosofia Patrística teve como objetivo consolidar as leis da Igreja e propagar os ideais do cristianismo. Na Filosofia Escolástica houve uma retomada de muitos princípios gregos. A grande preocupação da Igreja era aliar a razão e a ciência aos seus ideais. Foi aí que surgiu a teologia que era a ciência que buscava explicar racionalmente a existência de Deus, da alma do céu e inferno, ou seja, entre a razão e a fé .
As principais características são: Relação entre fé e a razão; Existência e natureza de Deus; Fronteiras entre o conhecimento e a liberdade humana; Individualização das substâncias divisíveis e indivisíveis. 
Havia um conflito entre a fé religiosa e a razão filosófica, dois grandes filósofos foram Santo Anselmo e Santo Tomás de Aquino.
Santo Anselmo dizia: "Não tento, Senhor, penetrar na tua profundeza, porque de modo algum comparo a ela minha inteligência, mas desejo, ao menos, compreender tua verdade, em que meu coração crê e ama. Com efeito, não procuro compreender para crer, mas creio para compreender.’’
Santo Tomás de Aquino dizia: "Há, com efeito, duas ordens de verdades que afirmamos de Deus. Algumas são verdades referentes a Deus e que excedem toda capacidade da razão humana, como, por exemplo, Deus ser trino e uno. Outras são aquelas as quais a razão pode admitir, como, por exemplo, Deus, ser Deus, Deus ser uno, e outras semelhantes, Estas os filósofos, conduzidos pela luz da razão natural, provaram, por via demonstrativa, poderem ser realmente atribuídas a Deus. Embora a supracitada verdade da fé cristã exceda a capacidade da razão humana, os princípios que a razão humana têm postos em si pela natureza não podem ser contrários àquela verdade."

Beatriz Faggion, Laura de Villa, Kélen Santos e Hellen Schmidt.





Características da Filosofia Medieval
         A Filosofia Medieval se desenvolveu na Europa durante a Idade Média, entre os séculos V e XV e foi marcada pela grande influência da Igreja Católica nas diversas áreas do conhecimento, por isso as questões religiosas predominaram no campo filosófico. Nesse período ocorreu muita divergência entre o conhecimento clássico e as crenças religiosas, o que de fato, influenciou os filósofos a buscarem argumentações racionais, espelhadas nas contribuições dos gregos, pra justificar as chamadas “verdades reveladas” do Cristianismo e do Islamismo. As principais questões debatidas e analisadas pelos filósofos medievais eram:
·         Relação entre fé e razão;
·         Existência e natureza de Deus e a imortalidade da alma humana;
·         Fronteiras entre o conhecimento e a liberdade humana;
·         Individualização das substâncias divisíveis e indivisíveis.
           
Principais estágios da Filosofia Medieval
·         Transição para o mundo Cristão (Século V e VI): Os pensadores desse período defendiam que a fé não deveria ficar subordinada à razão. Porém um o filósofo cristão Agostinho de Hipona (354-430) buscou a razão para justificar tais crenças e desenvolveu a ideia da interioridade, ou seja, o homem é dotado da consciência moral (do que é certo ou errado) e do livre arbítrio.

·         Escolástica (Século IX  ao XIV): Período em que os pensadores se baseavam os conhecimentos de filósofos gregos, como Aristóteles e Platão, para explicar a religiosidade cristã e provar a existência da alma humana e de Deus. No século XII, os conhecimentos passaram a ser debatidos, armazenados e transmitidos de forma eficiente com o surgimento de várias universidades na Europa. Tais medidas foram incentivadas pela Igreja e  tinham o objetivo de conseguir mais adeptos à religião, já que nesse período acreditava-se que a Igreja tinha um papel fundamental na salvação dos fiéis. Os principais representantes desta época são: Anselmo de Cant Cantuéria, Albertus Mgnus, São Tomás de Aquino, John Duns Scotus e Guilherme de Ockham.

Santo Agostinho
              Santo Agostino foi um grande retórico, um grande filósofo e um grande santo da Igreja. Ele analisava a vida levando em consideração a psicologia e o conhecimento da natureza. Até seus dezoito anos ele menospreza o Cristianismo, porém quando começa estudar em Cartago, inicia uma procura angustiada da verdade. Para ele, o processo do conhecimento consiste em alcançar a fé com a ajuda da razão, sendo que a mesma orienta e ilumina a razão e esta, por vez, contribui para esclarecer os conteúdos da fé. Deste modo, não traça fronteiras entre os conteúdos da revelação cristã e as verdades acessíveis ao pensamento racional. Acreditava que o universo era dividido entre o bem e o mal, após isso começou a ser cético e quase enlouqueceu tentando achar o sentido da vida. Foi naquela época que se encontrou com o bispo de Milão, apreciando suas pregações. Após um tempo, ele se converteu ao Cristianismo.
Frases e Pensamentos de Santo Agostinho:
- "Se dois amigos pedirem para você julgar uma disputa, não aceite, pois você irá perder um amigo. Porém, se dois estranhos pedirem a mesma coisa, aceite, pois você irá ganhar um amigo."
- "Milagres não são contrários à natureza, mas apenas contrários ao que entendemos sobre a natureza."
- "Certamente estamos na mesma categoria das bestas; toda ação da vida animal diz respeito a buscar o prazer e evitar a dor."
- "Se você acredita no que lhe agrada nos evangelhos e rejeita o que não gosta, não é nos evangelhos que você crê, mas em você."
- "Ter fé é acreditar nas coisas que você não vê; a recompensa por essa fé é ver aquilo em que você acredita."
- "A pessoa que tem caridade no coração tem sempre qualquer coisa para dar."
- "A confissão das más ações é o passo inicial para a prática de boas ações."
- "A verdadeira medida do amor é não ter medida."
- "Orgulho não é grandeza, mas inchaço. E o que está inchado parece grande, mas não é sadio."

Santo Tomás de Aquino
               "Há, com efeito, duas ordens de verdades que afirmamos de Deus. Algumas são verdades referentes a Deus e que excedem toda capacidade da razão humana, como, por exemplo, Deus ser trino e uno. Outras são aquelas as quais a razão pode admitir, como, por exemplo, Deus, ser Deus, Deus ser uno, e outras semelhantes. Estas os filósofos, conduzidos pela luz da razão natural, provaram, por via demonstrativa, poderem ser realmente atribuídas a Deus. Embora a supracitada verdade da fé cristã exceda a capacidade da razão humana, os princípios que a razão humana têm postos em si pela natureza não podem ser contrários àquela verdade." 
   Com esta afirmativa santo Tomás afirma que a razão humana é importante para compreender as questões sobre a fé. 
Santo Tomás de Aquino,  procurava conciliar a herança platônica com a herança aristotélica. Essa conciliação passa pelo resgate do uso da razão humana para o conhecimento. Chegou a conclusão que há coisas que a razão humana dá conta de conhecer sem o auxílio da fé, por exemplo: ao homem é compreensível um Deus único, onipotente e onisciente. Por extensão é compreensível o poder máximo a um único ser, é também compreensível um ser que tenha ciência de tudo. O que foge a razão humana é o fato de um Deus ser Pai, Filho e Espírito Santo ao mesmo tempo. Neste caso, como a razão humana não dá conta de compreender, ela se cala é dá lugar a fé, então  a frase:  'Sei porque acredito'.


Laisa, Morgana, Pâmela e Raiane

Nenhum comentário:

Postar um comentário